A Ler

A imunidade dos exames do secundário à covid-19

Não podemos abraçar uma mãe ou um filho, mas temos de ir dar aulas que garantam um sistema de ingresso fétido e, neste ano, até imoral e ilegal.

La rentrée: o regresso às aulas

O ano lectivo está perdido e poucos alunos estarão em Setembro de 2020 em condições fundamentalmente diferentes daquelas em que se encontravam em Setembro de 2019.

Finger

4 opiniões sobre “A Ler

  1. Se (ao contra´rio do que penso, mas isso é outra conversa) as piores previsões se concretizarem e os casos de infeção aumentarem, lá vamos todos para quarentena outra vez… e lá se vão os exames, como já deviam ter ido… e como diz o autor do texto 2: Mas, se é assim, por que não aproveitar a ocasião para fazer o que há muito se impõe: entregar ao ensino superior a tarefa de seleccionar os candidatos em condições de frequentar cada um dos cursos, avaliando-os relativamente a pré-requisitos definidos pelo próprio ensino superior?

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  2. Não estou a captar o raciocínio.

    Se os exames fossem feitos pelas universidades:

    1) Os alunos do secundário deixavam de ter de aprender os conteúdos?

    2) Os candidatos à universidade não tinham de fazer os exames nalgum local?

    Só vejo aqui uma motivação: os gajos do superior que tenham o trabalho inerente aos exames. É pobre este raciocínio.

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