Pensamentos Da Pandemia – 13

O primeiro instinto foi lucrar com o encerramento das escolas, cativando as verbas não gastas, por exemplo, com luz, água, gás e outros consumos correntes. Felizmente, a denúncia feita pelo Bloco parece ter produzido efeitos, mas fica o sinal claro: o ensino à distância com os recursos de alunos e professores sai muito barato ao Estado.

Patinhas

13 thoughts on “Pensamentos Da Pandemia – 13

  1. E perguntei eu, logo no início “Não podemos canalizar as verbas que não serão gastas em água, luz e afins para a aquisição de portáteis e net para os alunos carenciados?” Pois… e era!!!! rsssssssss

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    1. Onde se poupou imenso na era pós-vírus foi nos chamados horários “temporários” (baixas- médicas).
      Paradoxalmente ( ou não) , a pandemia devolveu a saúde a muitos professores e, consequentemente, poupou milhões ao erário público.

      Na RR desta semana – na generalidade dos grupos – o número de baixas continuou diminuto. Há , porém, uma “pequena” e curiosa excepção. Não é que o 100 teve uma súbita e inesperada “recaída” e aparece com 100 baixas médicas? Motivo da recaída, dizem : os jardins- de – infância reabrem 2ª – feira.

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      1. Gostava de ver a Maria a comentar o post anterior, em vez de estar tão preocupada com as baixas médicas d@s colegas.

        Só uma questão… em exercício pleno, teve oportunidade de confrontar directamente as pessoas com as suas incoerências e inconseguimentos éticos?

        Se precisar de um mini-guia, eu forneço, porque estou habituado.

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  2. Como sai mais barato então deveriam canalizar essas verbas para ofertas tipo E-escolas ( material informático a preço simbólico), para professores e alunos.

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  3. Isso são trocos…
    O mesmo já não se pode dizer dos quase 100 milhões de euros gastos no Programa NORTE 2020, através do eixo prioritário 8, Educação e Aprendizagem ao Longo da Vida, com mais de 130 projetos aprovados em todo o país, dinheiro este que foi tirado às escolas para o distribuírem por meia-dúzia de técnicos (poucos são professores) que gravitam pelas autarquias.

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    1. No mínimo usavam a medida 8.1 para tirar o amianto das escolas.
      Por estes lados, os autarcas são peremptórios ao afirmarem que lhes traz mais vantagens a medida 8.2 por motivos eleitorais (aumento da rede de influência).

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  4. Qual será o tamanho do tambor?
    (uma máquina capaz de lavar 750 mil milhões
    em apenas 27 operações)
    Quanto se gastará em detergente nesta limpeza?
    E em formol para a realeza?
    E se a malta mais recente
    começar a não contrair empréstimos
    para o que quer que seja?
    E se começarem a partilhar conhecimentos
    numa net qualquer
    e saltarem por cima dos intermediários?
    E se inventarem um sistema de troca directa
    de afectos
    que se furtam a qualquer taxação?
    E se, mesmo que numa pequena percentagem,
    largassem os vícios que os manietam
    e desatassem a viver?
    Haveria confinamento
    agora ou nalgum outro momento
    que os impedisse de desfazer
    a engrenagem?

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