Alguém Percebeu Aquilo Da Ministra Da Saúde E Da Microsoft?

Eu achei algo estranho.

Há cerca de 35 anos eu e uns colegas fazíamos a recolha de dados numas folhas de papel almaço quadriculado e ainda há pouco tempo soube que ninguém conseguiu contas melhores sobre o trânsito de navios pela Carreira da Índia, apesar de todos os sistemas informáticos e vaidades sortidas. Ou sobre as entradas no porto de Lisboa no século XVIII. E garanto que eram muitos milhares de registos.

conta

 

Pensamentos Da Pandemia – 23

Não é que tenha assim tanto tempo, mas estou a ter de rearrumar pertences, decidir o que vale a pena manter e o que que não merece isso ou, no máximo, ir parar à garagem. Percebo que não tenho jóias, ouros, acções valiosas ou coisas assim. Tenho uns milhares de livros e outros milhares de revistas e  (ainda, garanto que sim) jornais. E se é verdade que encontro outras razões para esta mania, também é evidente que este gosto por livros resulta de uma ânsia (e prazer) por saber ou aprender (ficção ou não ficção) o que outras pessoas têm para ensinar ou comunicar. E espanta-me sempre quem prescinde disso e acha que a conversa fiada pode servir como substituto.

livros

Pensamentos Da Pandemia – 22

A “nova normalidade” parece-se muito com a velha anormalidade. Chegou o calor e mesmo antes da abertura oficial da época balnear, o pessoal atropelou-se a ir para as praias, voltando as filas nos acessos. O futebol voltou e já há a boa e velha imbecilidade das claques em funcionamento e berraria nas televisões. As esplanadas deixaram de ter especiais limitações e já todos se acotovelam, assim como em supermercados já é um todos ao molho e fiem-se na virgem do caravaggio.

Há quem pense que em três meses se mudam formas de estar bem incrustadas na mentalidade individual e colectiva.

O circo já existe, resta saber o que se passa com o pão.

Circo2

No Público De Hoje

É a recuperação de um texto aqui divulgado há quase duas semanas, antes da reconversão de ideias e/ou inversão de rumo de algum costismo digital educacional.

Que Educação para o século XXI?

Uma “comunidade de aprendizagem” adaptada ao século XXI tem exigências complexas a vários níveis que vão para além das alterações cosméticas das “salas do futuro”.

PG PB