Eu, Aluno À Distância, Em Tempos De Pandemia – 3

Confesso que nestes tempos de permanência em casa, sem necessidade de muitas horas de sono, acabei por guardar algum tempo para testar o ensino remoto, mas para gente crescida e vai de meter o nariz em algumas das principais plataformas (em língua inglesa) para fazer cursos online, em especialidade na modalidade de MOOC assíncronos. Espreitei a Coursera,  a Future Learn, a edX e, mais recentemente a Open University britânica, um dos poisos principais de algum eduquês tolerável. Ficam por explorar a Udacity (oferta menos atractiva para mim), a Udemy (muito vasta, mas talvez nem sempre das instituições mais atractivas) e a Canvas Network (talvez menos conhecida, mas muito interessante). E vai de, uma hora pela manhã e outra ao fim do dia, ir fazendo uma série de cursos por puro gozo pessoal, pois valem zero por cá, mesmo se pelo menos um é acreditado para professores por lá.

O que aprendi, para além de “conteúdos”? Que esta é uma modalidade para quem goste de desenvolver aprendizagens de modo autónomo, ao seu ritmo e com auto-disciplina. Não é um modelo que funcione, mesmo em versão júnior, para a maioria da petizada, para além de um limite de tempo relativamente limitado..

Ficam aqui algumas certificações… tipo “new opportunities” para elevar a auto-estima.

 

 

3 thoughts on “Eu, Aluno À Distância, Em Tempos De Pandemia – 3

  1. Parabéns , Paulo !
    Muito bem ! Sabendo antecipadamente que as certificações não servem por / para cá , só revela a tua postura e essa vontade de viver / pesquisar ” in loco ” .
    Parabéns !!!

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  2. “uma modalidade para quem goste de desenvolver aprendizagens de modo autónomo, ao seu ritmo e com auto-disciplina”

    Se calhar a outra escola servirá para desenvolver essas e outras competências do mesmo género. Não vejo que as coisas tomem outro caminho que não seja o da aprendizagem assistida por computador e com recurso a AI.
    Compreendo porque Cristo só tinha 12 formandos na turma ou porque os mestres só aceitavam 2 ou 3 discípulos nos ateliers renascentistas. Por mim estávamos bem assim. Mas à época não havia tantas bocas a alimentar no mundo.

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