O Que Diz O Artigo 2º Do Despacho Normativo 24/2012 De 26 De Outubro

2 – A bolsa de avaliadores externos a que se refere o número anterior é composta por docentes de todos os grupos de recrutamento que reúnam cumulativamente os seguintes requisitos:

a) Estar integrado no 4.º escalão ou superior da carreira docente;

b) Ser titular do grau de doutor ou mestre em avaliação do desempenho docente ou supervisão pedagógica ou deter formação especializada naquelas áreas ou possuir experiência profissional no exercício de funções de supervisão pedagógica que integrem observação de aulas.

Se depois há quem lá meta quem não cumpre os requisitos e pense que se escapa com isso… é todo um “jogo”que só serve para atrasar a classificação do campeonato. Até porque qulaquer classificação/avaliação assim feita pode ser impugnada com todo o fundamento. E quem não percebe isso… está no cargo errado.

15 thoughts on “O Que Diz O Artigo 2º Do Despacho Normativo 24/2012 De 26 De Outubro

  1. Meu caso :
    Para poder progredir na minha carreira , fui obrigado a inscrever – me e assistir a acções de formação tipo … “Avaliação do desempenho Docente” … “Supervisão Pedagógica” ,etc.
    Querem saber a verdade ?
    Não aprendi a mais pequena ponta de um corno em nenhuma. Centros de formação diferentes…
    Os responsáveis ( grande maioria uns totós ) ” mandavam ” uns palpites e depois ? Trabalhinhos de grupo. E depois ? Expor o trabalhinho de grupo.
    E depois ? Dá cá o certificado que era o objetivo. Não posso ser mais verdadeiro.

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  2. ” estar integrado no 4º escalão ou superior da carreira docente”

    Um dos inconcebíveis requisitos para ser avaliador é este – o avaliador – estar posicionado num escalão superior ao avaliado , somente. A habilitação académica do primeiro em relação ao segundo não conta a-bso-lu-ta-men – te para nada!!

    Um exemplo verídico : recentemente, um professor doutorado teve como avaliador uma criatura cujo nível de escolaridade rondava o antigo 5ª ano ( ou pouco mais ) ! !
    Teve não! Porque o académico, em defesa da sua dignidade pessoal, profissional e académica recusou-se a tamanha humilhação. E quase lhe saiu cara a “ousadia”, porque os invejosos de serviço acharam a atitude lastimável…

    Casos semelhantes a este abundam. É a única carreira onde isto acontece .
    Era como se o assistente universitário fosse avaliar o catedrático ou, no politécnico, o mesmo assistente fosse avaliar o professor adjunto ou o prof. coordenador.

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      1. Caro Magalhães

        Não sei o que sucedeu ao académico (sem aspas ).
        Mas a dignidade académica , profissional e pessoal valerá infinitamente mais do que uns tostões acrescidos ao vencimento.

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      2. O insuportável ECD não prevê situações como a que acabei de relatar.

        Já agora mais um “pequenino ” detalhe : o vencimento mensal do potencial avaliador ( com o 5º ano, ou por aí) era, no momento, o dobro do avaliado ( com um doutoramento pré-Bolonha).
        Assim já não poderemos dizer que é tudo igual, caramba!

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  3. Eu fui avaliada por um avaliador que estava no 3o escalão e tenho sérias dúvidas de que cumprisse os requisitos da alínea b). Reclamei. Resultado: avaliação anulada e fazer tudo de novo… paga sempre o elo mais fraco…

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