Checklist Das Restrições Nos 121 Concelhos De Risco

  • Reposição do dever cívico de recolhimento domiciliário;
  • Desfasamento obrigatório dos horários de trabalho: não aplicado na maioria das escolas.
  • Encerramento de todos os estabelecimentos comerciais a partir das 22 horas;
  • Limitação da lotação das mesas dos restaurantes a seis pessoas e do horário;
  • Eventos e celebrações limitados a 5 pessoas: excepto à porta das escolas.
  • Teletrabalho obrigatório salvo oposição fundamentada do trabalhador: excepto nos casos do pessoal docente ou não docente.
  • Proibição de fazer feiras e mercados.

(e ainda andam com a espalhar a “notícia” em todos os rodapés de este ano mais 70% dos professores terem recusado horários… sem sequer explicar que horários e em que condições em todo este contexto… )

12 thoughts on “Checklist Das Restrições Nos 121 Concelhos De Risco

    1. O grande foco dos contágios são as escolas e eles sabem. A maior parte das crianças são assintomáticas mas levam o vírus para casa (pais e avós).
      Para os professores é a “solução final”.
      Já deveríamos saber que as escolas vivem num regime nazi, nem sequer faltam os “kapos”, vulgo diretor@s.
      Nota: a nossa vergonhosa e vendida imprensa continua a “malhar”no Trump e nós temos mais casos, proporcionalmente, que os EUA.

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  1. – o ano letivo nas escolas está a correr impecavelmente. Os casos são residuais. (quando num agrupamento já há centenas de alunos em quarentena, com aulas em modo hibrido, então como será pelo pais fora…residual é um conceito muito próprio…)
    – as escolas ficam isentas dessas medidas. (ou seja, os profs, auxiliares e administrativos são descartáveis; veremos quando cairem na cama, quem os irá substituir…)

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  2. Em anteriores pandemias as cidades nos EUA que confinaram mais a sério , foram as que se levantaram de uma forma mais robusta.
    Cá enquanto os outros países já começam a confinar duro, o Costa continua a fingir que confina …é a economia… Dizem eles. Esquecemm-se é que umA população doente demora muitos mais a levantar uma economia. A saúde pública está sempre primeiro.

    As escolas continuam ótimas e sem casos, diz o nosso ministro, o nosso grande líder e é repetido por toda a comunicação social.

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  3. O mundo dentro das escolas não é o mesmo do que o mundo dentro das escolas. Ninguém assiste ao que se passa lá. É assustador a prossimidade entre as pessoas. Turmas enormes e ajuntamento de alunos dentro dos pavilhões.
    Por vezes apetece-me filmar o que se passa.

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  4. Quando enunciam os perigos de contágio, os especialistas evitam referir as escolas e quem as frequenta e lá trabalha, é como se não existissem; estranhamente, os jornalistas também não cumprem a sua função ao não os interrogarem sobre o assunto; e para o primeiro ministro, ministro da educação e autoridades de saúde está tudo a correr bem nas escolas. Aliás, o primeiro-ministro só referiu as escolas já em tempo de respostas aos jornalistas.
    Às vezes penso que, para toda essa gente, os professores e funcionários não contam para nada, querem é livrar-se dos filhos, ficarem descansados no seu teletrabalho e que os aturem nas escolas.

    Claro que se sabe que tudo isto é política, os jornalistas vão atrás, etc. Mas os médicos, os epidemiologistas, os virologistas e quejandos não terão obrigação ética de dar informação fidedigna, de alertar para os perigos, doa a quem doer?

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