Estou Cansado De Títulos De Livros Sobre Auschwitz…

… sem praticamente nenhum fundamento ou razão que não seja ganhar dinheiro à conta da desgraça alheia, com recurso a dotes de “imaginação” que vão pouco além das variações do título. Por maioria de razão, abomino quem consegue ser oportunista em duplicado com Auschwitz-Birkenau. Porque ultrapassa a fronteira para uma certa obscenidade “literária”.

Mais De Seis Meses Das Doutoras Graça E Marta Para Os “Especialistas” Perceberem Isso?

Podia ser um anúncio de emprego. O Governo português e a Direcção-Geral da Saúde não souberam falar com os portugueses e isso teve impacto na pandemia. É preciso mudar rapidamente, defendem especialistas.

As conferências de imprensa da DGS são actos de legitimação política, e não acções de comunicação de risco. Precisa-se de outra coisa, dizem especialistas.

Se Um Professor, Só Por Ter Ausência Da Componente Lectiva Serve Para Fazer Rasteios Epidemiológicos…

… então gostava que arranjassem um qualquer advogado, fiscal das finanças, engenheiro de minas, contabilista, assessor de ministro ou de secretário de estado para darem aulas às turmas que continuam sem professor de Português, Inglês, TIC ou Geografia. Não interessa qual a disciplina porque em “estado de emergência” já vale tudo.

Pensando bem… acho que devem fazer primeiro uma “formação” em 3 módulos… um com a doutora ariana (flexibilidades e inanidades várias), outra com o professor rodrigues (inclusão e belo pensamento) e mais uma com o secretário costa (cidadanias, autonomias e outras pias).

Por França

Já que a ministra da Saúde citou o presidente Macron a propósito as dificuldades por lá.

Depuis le mois d’août, des enseignants et des proviseurs déploraient l’impossibilité d’appliquer une distanciation physique, à la cantine et dans les classes, et réclamaient des mesures sanitaires strictes.

2ª Feira

Na TSF, no noticiário das 8, dava-se conta da tentativa de um estudo de investigadores do Porto sobre a pandemia com base nos dados da DGS (ainda não encontro o link para a notícia). Pelos vistos, chegaram à conclusão que a qualidade é tão má que torna quase inviável qualquer tipo de conclusões devidamente fundamentadas.

O que dizer então dos dados das escolas? Seria interessante analisar as faltas justificadas no E360 por “isolamento profilático” e tentar comparar com os dados públicos e – isso seria mesmo giro – com o que se tem passado na realidade (haverá muitas justificações com outros motivos como apenas “doença”?).