6ª Feira – Dia 1 Do Pseudo-Confinamento

Com dois professores e uma aluna em casa, o quotidiano continua absolutamente o mesmo que era antes. Pelo que foi possível observar como o trânsito era hoje pela manhã o mesmo de sempre em qualquer dos trajectos que, por necessidade laboral, implica passar por 3 concelhos e um dos acessos principais a Lisboa, o qual pelas 7.30 já estava a começar a ficar um bocadito obstruído. O “sempre que possível” é a porta aberta para “sempre que possível, vem trabalhar”. Até porque, quem é que vem fiscalizar?

Entretanto, na parte folclórica disto tudo, os supermercados não vão poder vender livros, porque não são “essenciais”. Em Boa verdade só um deles tem oferta que valha a pena, mas fica a ideia de que o online é que é, substituindo o agarrar um livro em pagá-lo (já estou no supermercado, portanto…), com encomendá-lo, alguém o embalar, alguém entregar para distribuição e o tipo das entregas mo vir trazer.

É uma forma de “proteger” os livreiros? Quais, as grandes cadeias? E, já agora, a medida, protege os editores?

4 thoughts on “6ª Feira – Dia 1 Do Pseudo-Confinamento

  1. Depois do que se passou hoje Dr. Costa arrisca ter de passar a negociar com um governo de extrema-direita na Holanda. Por este andar bazuca só no paiol de Tancos e é se não a gamaram.

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  2. “Entretanto, na parte folclórica disto tudo, os supermercados não vão poder vender livros, porque não são “essenciais”. Em Boa verdade só um deles tem oferta que valha a pena, mas fica a ideia de que o online é que é, substituindo o agarrar um livro em pagá-lo (já estou no supermercado, portanto…), com encomendá-lo, alguém o embalar, alguém entregar para distribuição e o tipo das entregas mo vir trazer.”

    O Paulo é muito moderado e gentil. Fala da” parte folclórica”…
    O Zarolho chega a dizer que estamos governados por mongos
    Eu prefiro falar em patetas ridículos ou, então, em deslassados da cabeça … (com vénia ao autor do adjectivo).
    Expliquem-me o racional disto

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  3. Recebi um email da Bertrand das minhas proximidades (mesmo sendo noutro concelho que não o meu), está aberta, permitindo a circulação no interior da loja até 11 pessoas. Então é só nos centros comerciais que têm de fechar?

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