2ª Feira – Dia 4 Do Pseudo-Confinamento

A uma primeira vista matinal, nota-se uma ligeira redução no trânsito. Deve ser com medo do tau-tau que o Conselho de Ministros vai dar nos “portugueses”, esse povo fascinante, capaz de tudo, de descobrir o caminho marítimo para a Índia e não conseguir passar sem uma cafézinho “ao postigo”. Entretanto, ontem, numa espécie de espelho dos eventos do PCP, mas em mais idiota, o Chega fez um jantar com 160 marmanjos (parece que era quase tudo gajos, a lembrar as velhas cervejarias de Munique, muito másculas), sem máscaras, todos muito juntinhos e com remoques contra a imprensa. Faz lembrar uma espécie de sketch do Herman ou dos Gato Fedorento, mas em que os actores se levam a sério.

7 thoughts on “2ª Feira – Dia 4 Do Pseudo-Confinamento

  1. Na notícia do JN é possível concluir que a Fenprof e julgo que está acompanhada pelas restantes estruturas sindicais, não exigem o encerramento das escolas. Elaboram um abaixo assinado a exigir testes para professores e alunos.

    https://www.jn.pt/nacional/professores-pedem-testes-vacinas-e-teletrabalho-em-abaixo-assinado-13243754.html

    Os elementos que integram os sindicatos não sabem o que é uma sala de aula, em alguns casos, há dezenas de anos. No quentinho das instalações e em amena cavaqueira com os camaradas, comportam-se como representantes dos partidos políticos. Conhecendo que nas escolas não existe distanciamento social e que os professores e alunos estão expostos ao perigo de infeção, não hesitam em pressionar o governo para que o ensino se mantenha presencial.
    É fácil mandar os outros para as trincheiras – as salas de aula gélidas, sem ventilação, ocupadas por 32 alunos e 1 professor tendo como única segurança as máscaras colocadas no rosto.
    Vamos assumir a realidade, também para os sindicatos, que apenas pretendem servilmente atingir objetivos políticos – os professores são carne para canhão …

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    1. Todos aqueles, a quem o litle Mendes chama peritos em educação, que terão suportado a decisão do (des)governo não entram numa sala de aula há VÁRIAS DÉCADAS: sindicalistas, confaps e comissários políticos, vulgo diretores.

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