Atentado Ao Pudor Na Via Pública

Tiago Brandão Rodrigues, 21 de Janeiro, conferência de imprensa televisionada:

Após o primeiro-ministro ter anunciado, no final do Conselho de Ministros, que as aulas estavam suspensas a partir desta sexta-feira e até 5 de fevereiro, Tiago Brandão Rodrigues veio esclarecer que esta suspensão abrange todo o ensino, incluindo os estabelecimentos particulares. “Não há exceções”, frisou.

E deixou críticas ao ensino particular, após a associação dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo, ter admitido recorrer ao ensino à distância nas próximas duas semanas.

António Costa, 27 de Janeiro, Circulatura do Quadrado:

No programa, após críticas feitas pelo antigo dirigente do CDS António Lobo Xavier às posições assumidas pelo ministro da Educação a propósito da suspensão das aulas presenciais, o líder do executivo saiu em defesa de Tiago Brandão Rodrigues.

Ninguém proibiu ninguém de ter o ensino online”, advogou António Costa, recusando que o seu executivo entre “numa discussão fantasma” e que haja “preconceitos” em relação ao ensino do setor privado.

João Costa, 27 de Janeiro, Jornal de Letras:

Há uns cheios de certezas, outros cheios de realismo. As certezas chegam no dia seguinte, no “devia ter sido”. O realismo convive com as (in)certezas dos especialistas, a (im)previsibilidade das estirpes, o estar preparado para o pior e ser surpreendido pelo ainda pior que ninguém adivinhava. Há quem hoje tenha a certeza disto, para no dia seguinte afirmar, confiante, o seu contrário.

11 thoughts on “Atentado Ao Pudor Na Via Pública

  1. Coata afirma que “Ninguém proibiu ninguém de ter o ensino online”. Está certo! Já sabíamos da irrelevância de TBR. Agora o primeiro ministro confirma, ele é mesmo “Ninguém”!

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  2. Parece que a imprensa de terras de sua Magestade deu destaque ao caso, porque chegou lá o clamor de alguns progenitores que, vivendo em terras lusas, tiveram os seus rebentos (a frequentar o ensino particular) afetados pela decisão.
    Vai daí… É melhor dar o dito por não dito. 🤑

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  3. A mentira tomou conta da esfera pública. Eu pensava que era só o Trump! As pessoas mentem descaradamente, aquilo que disseram está registado, e é como se nada fosse. Custava dizer, precipitámo-nos, obviamente o privado, respeitando o confinamento, fará como decidir no que respeita ao ensino online? Não. É mais fácil mentir e dizer que não se disse o que se disse e de forma veemente.

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