Phosga-se! – A Justificação Definitiva Para Um E@D Com Réplica Síncrona A 100% Do Horário Presencial

“Os professores não estão em layoff, recebem os seus salários iguais.”

E pronto. Numa escola da Grande Lisboa, onde a covid anda a bater em força e não apenas nos pulmões. Aguardo desenvolvimentos, mas dizem-me que há um “certo e determinado medo” em questionar isto em próxima reunião de CP.

Acredito que “fará escola”. Até porque a Norte se adivinham situações semelhantes. E não tarda nada será argumento central dos conrarias, miguelitos, raposos, baldaias e outros assim.

Como se o E@D se esgotasse nas síncronas.

De quem tenho sinceramente mais pena? D@s alun@s.

13 thoughts on “Phosga-se! – A Justificação Definitiva Para Um E@D Com Réplica Síncrona A 100% Do Horário Presencial

  1. Isso de atirarem à cara a porcaria de salário que uma pessoa ganha por trabalhar (por trabalhar, repito) é mesmo do pior e ainda mais quando é dita por outro escravo… É lamentável.
    Dá pena ver tanta falta de tudo, nem carácter, nem vergonha, nem inteligência, nem um espelho em casa… Escravos condutores de escravos, oferecem-se para capatazes para imaginarem que são donos e mandam alguma coisita. São sim donos de nada, nem deles próprios.
    Eu pelo menos ainda tenho livre o meu pensamento.

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  2. Deplorável, e a muitos títulos. Importa lembrar que os números exorbitantes de infectados correspondem a muitos pais que têm de estar isolados e que não só não podem supervisionar os filhos como carecem da sua ajuda nas tarefas domésticas e outras; correspondem, também, a familiares que morrem. Mas parece que os alunos estão em casa e têm de ser ocupados a todo o custo, sem qualquer possibilidade de fazer trabalho autónomo orientado pelos professores.
    O serviço docente, desqualificado como está, vale apenas pelo número de horas em que se está a ocupar os alunos. Fazer um guião de trabalho para o desenvolvimento de uma actividade assíncrona em dois tempos consome bem mais tempo do que esses dois tempos, mas talvez seja um processo de ensino-aprendizagem mais bem sucedido. Mas isso que importa!

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  3. Não gosto nada do “Phosga-se”,
    nem da (narcisista(?)) carantonha do Raposo.
    Quanto ao “não estão de férias”,
    é o que merecemos.
    Eu tenho vindo a fazer diferente: as (minhas) verdades jorram-me da boca de forma até algo desbragada.
    E não estou nada arrependido.

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  4. De onde partiu esta desconfiança contra os professores e o seu profissionalismo?
    Como sinto saudades da liberdade de ensinar, apenas preocupada em ser uma boa professora e que os meus alunos saíssem da minha aula de História com um sorriso!

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  5. Nada obriga a que todas as aulas síncronas sejam por videoconferência.
    Até porque a internet deste país não aguenta (desde agosto/setembro que tenho reparado que, apesar de ter contratualizado o serviço mais caro da Vodafone, tenho constantes falhas na ligação).

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