Incapacitação Digital

No dia 8 de Janeiro recebi a primeira comunicação da Embaixadora Digital da minha zona para responder àquele questionário do Check-In, traduzido pela Universidade de Aveiro. Preenchi a coisa, sumeti-a, registei a classificação, mas achei desnecessário gravar o relatório correspondente. E não é hoje recebo novo mail, com amesma assinatura, mas o CFAE como remetente a incentivar-me a preencher aquilo, já que o não fiz na primeira fase?

A sério?

Só porque estes inconseguimentos até me divertem, fiz de novo e tive exactamente a mesma pontuação, submetendo tudo, mas voltei a não querer ficar com o relatório, porque me lembro mais ou menos do que sou capaz de fazer. Mas, por mera curiosidade, guardei a imagem final pós-preenchimento, com a hora e data.

Ou muito me emngano ou daqui a mês e meio estão a convidar-me para a 3ª fase, porque desta vez também não respondi. Nada como incapazes para avaliarem as capacidades alheias.

7 thoughts on “Incapacitação Digital

    1. Nope.

      Basta ler

      “Dado que não teve oportunidade de participar na 1.ª fase do diagnóstico de autorreflexão Check-In, convidamo-lo a fazê-lo numa nova fase de participação, que decorrerá entre os dias 19 de fevereiro e 1 de março de 2021.”

      Acresce que já recebi a resposta ao meu mail a confirmar que o tinha feito, com pedido de desculpas pelo acontecido. Aparentemente a culpa é de um monstro chamado “Mailmerge”.

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  1. Este país está cada vez mais na mesma.
    Antes de aparecerem os organizadores, os colaboradores responsáveis, os coordenadores, os dirigentes intermédios, os responsáveis de turno, os delegados, e todos os outros coisos e coisinhos modernaços e esquisitos havia uma instituição chamada ‘os capatazes’.
    E pronto! um capataz, era um capataz. Não havia cá, como dizem os brasileiros, ‘mimimis’.
    Adiante. Nesse tempo dizia-se ‘se queres um bom capataz, escolhe um mau trabalhador’. E, de facto, verificava-se que nos locais onde se escolhiam os mais competentes para capatazes estes desgraçados rebentavam a substituir-se aos disparates dos ex-colegas, a resolverem incompetências e asneiras várias. Como se diz agora, não descentralizavam… Estes desgraçados sabiam fazer, não tinham tempo para aprender a mandar fazer.
    De forma, caro Paulo, que a frase “Nada como incapazes para avaliarem as capacidades alheias” é uma coisa que vem de longe.

    Ora, confrontamo-nos com alcandorados caramelos especialistas em tirar de nós o nosso pior. É esta a força da rapaziada que nos, por assim dizer, dirige. É o que há.

    (Vem a propósito dizer que tenho que ir ler o artigo do Expresso em que o Mattoso nos explica que ainda somos um país rural. É mais por dever de ofício que o faço do que por curiosidade…
    A verdade é que imagino por que o diz.)

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  2. Aconteceu-me precisamente o mesmo! E, à mistura, recebo emails do centro de formação e do responsável do PTE (ou lá como se chama agora) e da direção com ameaças “veladas” em como quem não preencher o dito coiso a tempo e horas é excomungado das formações do dito centro! Vão se catar, mas é.

    Somos mandados por incompetentes. Por isso é que isto está como está. O ensino só funciona minimamente à conta da carolice dos professores. Os mais velhos ainda têm aquele espírito missionário (ai os meus alunos fofinhos…). Os mais novos, mais espertos, vão mandar isto tudo à fava não tarda nada. Depois, quero ver.

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