4ª Feira – Dia 17

Já pedi para desgralhar o original, que é o que dá escrever logo às 8 da manhã.

Uma pretensa “nova” normalidade tem de assentar em novas rotinas, estabelecidas com paciência e atenção ao que funciona minimamente e o que acaba por estar apenas a criar uma desnecessária ansiedade. E quando tanto se começa a falar em “saúde mental” (de alunos, mas de igual modo de professores e encarregados de educação), é fulcral que se busque o tal equilíbrio entre o conhecido e o novo, que as “novas” rotinas tenham as tais “luzes” que iluminem o caminho, mas que o façam no entendimento de que este é um caminho diferente do que estávamos habituados a percorrer.

One thought on “4ª Feira – Dia 17

  1. As rotinas estão a voltar.
    Ainda há gente que se lembra das razões suficientemente importantes para violar um confinamento e fazer um buzinão à porta da Luz.
    Nem é bom pensar no que poderá acontecer se um árbitro não assinalar penálti sobre o filho do Conceição.

    O Mário, filho da Ermelinda da Ladeira, vate principal na freguesia de Traseiras, expressou-se assim sobre a cacofonia:

    À toa
    a atoarda
    adorna.

    Coisa boa:
    transborda!

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