A Testagem Sempre Avança?

Exmo(a). Senhor(a) Diretor(a)/Presidente de CAP,

Face à necessidade de preparar atempadamente o processo de testagens que venha a ocorrer aquando do regresso às atividades letivas presenciais, nos termos que vierem a ser decididos, solicitamos o preenchimento do ficheiro anexo.

Alertamos para o seguinte:

É crucial para o sucesso da operação de testagem que toda a informação dos campos constantes no ficheiro seja preenchida de forma correta. Nota: de forma a facilitar o preenchimento, existem campos pré-definidos. No campo Código do AE/ENA devem colocar o código da Unidade Orgânica e não o da Escola.

Todos os docentes e não docentes do AE/ENA devem constar no ficheiro, incluindo técnicos. Essa é uma condição obrigatória para a realização da testagem. Os técnicos especializados para formação devem ser incluídos na folha Pessoal Docente e os outros técnicos na folha Pessoal Não Docente com a categoria profissional Técnico Superior (TS) – se necessário, devem ser acrescentadas linhas.

O preenchimento deve ser concretizado até ao dia 9 de março de 2021, pelas 18h, e o ficheiro remetido para testagem.dsrc@dgeste.mec.pt

Muito agradecemos a Vossa colaboração, nesta tarefa coletiva tão importante para a proteção de todos!

Com os melhores cumprimentos,

(quanto à vacinação, vou duvidando, pois a FNE e a Fenprof já mostram todo o a seu altruísmo – a começar pelos seus líderes que continuarão em gabinete – afirmando que não se deve passar à frente dos idosos numa fila, como se fosse disso que se tratasse…)

12 thoughts on “A Testagem Sempre Avança?

  1. A testagem é efémera. Tem uma fotografia muito balizada no tempo. Só garante que NAQUELE dia não estás infetado.
    Mais … Se tiver infetado os contactos próximos e escolares continuam ao Deus dará… Livres…

    Testagens a este nível sem rastreios e eficácia, sistemas invasivos do corpo como é a zaragatoa ..é tudo lixo.

    Vacinacao sim …era importante.

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  2. No âmbito da proposta idiota do governo britânico de que todos os alunos do ensino secundário façam 2 testes por semana a sociedade de estatística emitiu um boletim em que alerta para o elevadíssimo número de falsos positivos. Mais de de 50% serão falsos positivos e terão um efeito devastador na educação de uma geração. Aconselham a realização de contra prova a todos os positivos!

    Exigem que seja publicada informação sobre o número de ciclos de testes PCR e como isso influencia o valor clínico do teste.

    Mas “há poucos falsos positivos” dizem os lorpas influencers que nunca estudaram estatística de testes. Gente vendida que tem de ser levada ao banco dos réus.

    Click to access RSS-statement-on-surveillance-in-schools-5-March-2021.pdf

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  3. O que é referido por Pretor e não só é,em parte, aquilo que me levou a um comentário uns dias atrás a propósito de um post em que o Paulo Guinote fazia a apologia da testarem massiva e citava alguns exemplos. Independentemente da questão dos números da Irlanda ( os dados são públicos e basta consultá-los) o problema reside na dificuldade em realizar um número elevado de testes numa base periódica que permita que as bolhas não rebentem ( como o disse na troca de comentários. A Eslováquia que também era referida pelo Paulo, está aí para mostrar que, se calhar a estratégia não é a melhor). Como é óbvio a testagem permite detectar alguns casos que passariam indetectados mas acima de tudo traz uma sensação de segurança.

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  4. Isto já parece um desconfinamento selvagem. Não é todas as semanas que temos Sócrates, Cavaco e Jerónimo a criticar um governo.

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  5. “Mas teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta.” (2 Pedro 2:16)

    No tempo em que os animais falavam, ou melhor, no tempo em que só os animais tinham alguma coisa para dizer, o maneio dos povos podia ser entregue a galifão ou indigente, quer se tratasse do Novo Império Otomano, quer da Velha República da Pategolândia. Por isso já ninguém escutava.
    A falta de atenção aos sons tinha, em seguida, levado a que se desperdiçassem os primeiros acordes de mais uma abertura primaveril, do mesmo modo que se ignoraram os sinais que avisavam da iminência de um qualquer perigo. Doravante ninguém ouviria a primeira palavra do primogénito da casa ou as últimas vontades do moribundo patriarca. E como uma desgraça nunca vem só, surgira uma doença que cancelava também o olfacto e o paladar, desaconselhando até qualquer experiência táctil.
    Este estado de coisas tinha criado uma nova civilização, onde toda experiência humana se centrava na apreensão e decifração de estímulos visuais. Tinha-se assim enveredado por uma mundivivência baseada num único sentido como disciplina para finalmente se arribar a um mundo sem sentido algum.
    Reunido na venda, o comité de emergência debatia a influência das alterações climáticas nas altercações sobre o clímax, numa conversa de surdos onde cada um se empenhava na resposta ao que não era perguntado e se esforçava por perguntar a quem não sabia.
    O Cura insistia em que, à semelhança das diligentes abelhinhas, o adolescente praticante iria afadigar-se na multiplicação de contactos sociais, agora que o sol voltava a testemunhar desleixo e abandono na fachada esboroada da velha escola secundária. Tal facto perturbaria a pacatez de uma urbe até agora livre de maiores percalços.
    Já o Coxa, preocupava-se mormente com as consequências de o Lar de Alterne, onde pontificava um grupo selecto de colaboradoras arredadas da flor da idade, poder retomar as suas atividades comerciais, agravando riscos para a saúde das funcionárias não vacinadas e seus convivas.
    A fadiga pandérmica, eufemismo que designa a angústia do traseirense no momento de emborcar o quinto penálti de tinto a transbordar, antecipando já a dolorosa sensação do choque da água gelada do chuveiro, após três meses de atraso na regularização das contas, era porém o que mais apoquentava o Dino das Dornas, antigo militante comunista na clandestinidade, expulso do partido por revelar maior fidelidade ao vinho do que aos ditames de Lenine.
    Perante tão ilustres representantes dos interesses da educação, do comércio e do trabalho, o Morgado envergonhava-se das preocupações que o tolhiam e arredava da conversa.
    Nos últimos tempos, a reserva de aguardente tinha sido desviada para o fabrico de outras substâncias, dada a incessante procura por todo o tipo de álcool na indústria da cidade. E agora, preocupava-o não ter com que fornecer a venda, assim que se retomasse o cante.
    E era este o estado de coisas que levava a alterações de comportamento mesmo nos mais assisados. De tal modo que o Rosmaninho, outrora leitor assíduo das obras dos autores das correntes fenomenológicas e existencialistas, tentava agora aprender a coçar as orelhas com as patas traseiras, imitando os rafeiros alemães de passagem pela herdade. Umas vezes caindo de borco, outras tombando de lado, num movimento em câmera lenta que lhe arreganhava os dentes num esgar cómico, entre cada duas tentativas falhadas, resmungava:
    — Se o homem quer fazer de burro, então não me resta outra alternativa senão desejar a vida do cão.

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  6. Não sendo negacionista nem lá perto, não acho necessária a testagem só porque sim. Como diz o Pretor, será apenas uma fotografia do momento.
    Apesar de sabermos que os assintomáticos são uma realidade, deverá haver alguma razão objetiva para se ser testado – o contacto com um caso confirmado, algum sintoma, o receio que alguém possa ter e não uma rotina cara e inconsequente.
    O que é mesmo importante é a vacina, em especial para o pessoal de risco e depois para todos.
    Sobre a comunicação aos diretores, há alguma referência ao que acontece se alguém não quiser ser testado?

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    1. As escolas que conheço apresentaram um documento, onde alunos e professores consentem ou não a sua testagem. Colocas uma cruzinha.

      Ser testado, ou ser vacinado ninguém pode ser obrigado.
      A lei assim o diz.

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