Peralta Strikes Again

Agora quer tutorias e escolas de Verão para a recuperação das aprendizagens “perdidas” pelos alunos durante o período de E@D. Tamanho interesse na Educação por parte desta malta que faz muitas contas e raramente bem, deixa-me preocupado. Se as novas contas com os custos desta “solução” forem equivalentes às mirabolâncias que calculou para as perdas acumuladas por causa de umas semanas de paragem das aulas, nem vale a pena fazer qualquer verificação. Tal como aquela “carta aberta” a exigir a reabertura das escolas, gosto muito deste tipo de sugestões, de que não se faz depois qualquer acompanhamento. As escolas abriram? Fixolas, não queremos mais saber disso e muito menos verificar se as condições apresentadas foram cumpridas. Se por acaso forem mesmo aplicadas estas medidas, acham que a economista Peralta vai verificar se a coisa está a ser feita com o devido pagamento a gente com competência? Desde que entretenham a miudagem durante o Verão, até podem passar o tempo a fazer aprendizagem nas ondas do mar.

Será que estou a fazer um injusto juízo de intenções? Podem crer que sim, tirando a parte do injusto.

13 opiniões sobre “Peralta Strikes Again

  1. O prejuízo maior é com a faixa etária que frequenta as creches. Perderam-se muitas aprendizagens relevantes. Diz-se, até, que há atrasos no balbuciar, no gatinhar e, mesmo, que há crianças já não sabem atirar brinquedos para o chão e acertam na cabeça dos pais, que estão desesperados. Portanto, é um imperativo que as creches estejam abertas no verão e que esqueçam aquela directriz parva de obrigar os pais a passarem um mês por ano com os seus filhos!!!

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  2. A nova escola de pensamento económico está cada vez mais parecida com a velha escola de pensamento comunista. Reconheço nelas o modelo de centro de recuperação para uigures.

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  3. Poças, então agora a escola serve para ensinar?!
    E eu a pensar que era apenas para Arianas e outros artistas venderem livros e pescada mal amanhada. Ensinar nas escolas? Não era só para flexibilizar e cultivar afetos, socializar e dar porrada nos profs?!
    Pensava que era só para coreografar ações de campanha dos munícipes e colocar como auxiliares os parentes coladores de cartazes…E criar galinheiros com as regras próprias de cada diretor.

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  4. Não foi está enteléquia que há tempos defecou uma prosa sobre a “burguesia” do tele-trabalho? Uns marxistas desiludidos com o proletariado já se tinham encarregado de arranjar proletariados de substituição (mulheres, lgbt, minorias étnicas…) para a luta. Esta lembrou-se de arranjar uma burguesia de substituição.

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    1. O problema é que se por acaso o PC cair da mesa ou do colo e danificar o ecrã pagas o preço TOTAL do PC. Sim um ecrã custa tanto como todo o PC.

      Vais pagar um PC que não é teu.

      Quem tem pouco dinheiro mais vale investir 400€ num PC e ir pagando 20€ por mês numa loja QQ.

      Atenção eu sou a favor que tenhamos hardware e software pago pelo nosso patronato. Mas não há cá empréstimos! Querem empréstimos? então a Escola que faça um seguro coletivo para os PC’s dos seus trabalhadores.

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