Sábado – Dia 69

Pelas piores razões (falecimento de um grande amigo) ando mergulhado no inventário de milhares de revistas de banda desenhada, álbuns, separatas, livros sobre o tema, etc, etc. Quando me consigo abstrair da razão por que estou a fazer isso, é possível um mergulho no tempo, um regresso ao final da infância e a uma adolescência de que ainda existem felizmente vestígios do que agora sou.

2 thoughts on “Sábado – Dia 69

  1. Uma perda dói sempre muito!
    Estar ocupado com boas recordações faz parte do processo de luto. Aos poucos, depois do vazio inicial, vai-se instalando um certo preenchimento que nos aquece um pouco. Afinal tivemos a sorte de termos tido aquela pessoa numa grande parte da nossa vida!
    Parece lamechas, mas é mesmo assim. Sei bem como é.
    Essa pessoa fica sempre connosco e vamos vê-la em quase tudo, até vamos dando por nós a sorrir por qualquer situação que vivemos ou por imaginarmos como reagiria essa pessoa nas situações que se nos apresentam.
    Mas no início dói para “caramba”!
    Força!

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