A Quem Interessar

Exmo(a) Senhor(a) Diretor(a) / Presidente da CAP / Diretor(a) Pedagógico(a),

Relativamente aos docentes e não docentes que (i)não tenham sido chamados para vacinação e não o sejam até ao fim do dia de amanhã, dia 16 de abril, sexta-feira (apesar de integrados nas listas anteriormente enviadas para o efeito), ou (ii) que por outra razão/impedimento, nomeadamente serviço externo no estrangeiro ou isolamento profilático, não tenham tido oportunidade de serem vacinados, solicitamos que até à próxima quarta-feira, dia 21 de abril, pelas 18h, comunique à respetiva Direção de Serviços Regional da DGEstE os dados necessários para a sua inclusão na última fase de vacinação em grupo prioritário (Nome, NIF, data de nascimento, número de utente do SNS e número de telemóvel). A forma de comunicação destes dados, à DSR respetiva, será efetuada através de uma plataforma que estará disponível de 19 a 21 de abril, cujo link oportunamente será indicado, pelo que até receberem essa indicação não devem remeter qualquer informação por email ou por qualquer outro meio.

Alertamos para o facto de esta se configurar como a última oportunidade para identificação de pessoal docente e pessoal não docente para vacinação prioritariamente, não podendo a partir daquela data e hora ser realizada qualquer correção ou acrescento, motivo pelo qual este reporte se reveste da maior importância, exigindo elevado rigor e qualidade dos dados prestados.

Por fim, relembramos que “as pessoas que tiveram COVID-19 no passado não serão priorizadas”*, pelo que não devem ser indicadas.

*Informação recolhida, em 14 de abril de 2021, no site da Direção-Geral da Saúde (https://covid19.min-saude.pt/vacinacao/)

Com os melhores cumprimentos,

João Miguel Gonçalves

Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares

9 thoughts on “A Quem Interessar

      1. “Através de testes de pesquisa de anticorpos para o SARS-COV-2 consegue-se fazer a identificação e caracterizar o estado de imunidade dos doentes infetados por SARS-CoV-2 (doença COVID-19).”
        Até fui buscar isto a uma clínica, é óbvio que quem esteve infetado não está safo passados muitos meses. Assim sendo, se estas pessoas não são alvo de atenção, está errado.
        Também, nas escolas, se não houver cuidado com os contactos, com as salas dos professores etc voltaremos num ápice a outra onda da pandemia.
        Não respondo a si,ou seja calhou … é daquelas pessoas que virtualmente tenho má impressão.

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    1. A colega a dar-lhe e o burro a fugir. A par desses colegas há muitos outros que não foram contactados. Infelizmente, erros acontecem. No meio de tanta gente é normal existirem falhas. Não se está a crucificar ninguém, mas há ainda alguns professores de algumas escolas que não foram contactados em nenhuma fase. Naturalmente, o caso resolver-se-á, mas não são só os colegas que já foram infectados que não foram chamados. Acredite.

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      1. Paulo, mais uma vez, os meus sentimentos. Desta vez para a colega.
        Tb conheço casos assim. Esperemos que as pessoas sejam chamadas rapidamente e vista a situação como deve ser pois não se sabe se estão ou não imunes e correm imensos riscos, como é óbvio. Bj

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  1. Não fique com má impressão. Expressei-me mal. É óbvio que um teste serológico indica se já estivemos expostos ao vírus. A informação é útil caso alguém não tenha tido sintomas e, por isso, não saiba que ganhou imunidade. Na generalidade dos outros casos seria em grande medida inútil. Abaixo e extraído do site do Hospital da Luz:
    Os resultados dos testes serológicos podem também ter uma contribuição importante para conhecer a doença. No entanto, o facto de a COVID-19 ser uma doença nova traz limitações ao seu uso por muito ainda ser desconhecido, por exemplo:

    A forma como evoluem os anticorpos IgM e IgG (perfil de seroconversão) depois da exposição ao vírus;
    Se esses anticorpos conferem imunidade perante uma nova infeção, ou seja, se se fica resistente/imune ao desenvolvimento de uma nova infeção caso se seja novamente exposto ao vírus;
    No caso de conferirem imunidade, qual é o nível de anticorpos (título de anticorpos) que é protetor contra uma nova infeção e qual é a duração dessa proteção.

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  2. Só mais uma pequena achega. Conheço também, no agrupamento onde trabalho, dois casos de colegas que tiveram covid e que não foram chamados para vacinação. Não se trata de um erro, como alguém acima sugeriu, mas de um critério que terá sido adoptado nesta fase e que é, do meu ponto de vista, compreensível. Não se sabe ao certo se ganharam imunidade e por quanto tempo, mas tudo o que se sabe aponta nesse sentido e, assim sendo, atendendo à escassez de vacinas mais vale imunizar aqueles que de certeza não estão imunizados.

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