5ª Feira

Este tipo de teorização teve um sucesso imenso na área da Educação e ainda hoje domina muitos feudos académicos e políticos ligados ao sector, sendo uma espécie de imagem de marca fraternal de um número muito vasto de pensadores e especialistas em Educação, que se irmanam na relativização da importância do Conhecimento e do papel dito “tradicional” do professor.

3 opiniões sobre “5ª Feira

  1. Sim! O sr SE Costa parece que anda a pedir contributos às escolas (para inglês ver) para amputar(encurtar) as ‘aprendizagens essenciais’… Coisa interessante, aliás, porquanto estas mesmas “aprendizagens essenciais” já tinham procurado amputar (encurtar) os programas das disciplinas, que, curiosamente também, continuam a existir como se nada fosse (nunca foram revogados!), mesmo que velhos, extensos e desajustados à realidade.

    Mais uma vez, não bate a bota com a perdigota :). Mas… já estamos habituados a estas piruetas.

    Gostei de ouvir ontem o “padrinho” do Norte a falar sobre o tiaguinho… Levou forte e feio, como só ele sabe fazer 🙂 :https://youtu.be/BAxqlmkJAxI

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  2. Ensino – relativismo e/ou promiscuidade ( promiscuidade no sentido de “mistura confusa e desordenada”).

    1- L de Licenciatura – nas listas graduadas , coluna das habilitações, é usada de forma indiscriminada a letra L – seja para classificar os licenciados universitários (5 anos ) ; seja para os “equiparados “(!!!) a licenciados , isto é, aqueles que nunca puseram um pé no ensino superior (srs. nogueiras e por aí fora). Tudo é relativo, né?

    2- ” Direcção”, EMAIEI – nestas irmandades têm assento os “representantes” dos diferentes níveis de ensino que povoam os agrupamentos – da creche ou Jardim ao ensino Secundário.
    Uma vez tudo misturado ( a tal promiscuidade), os primeiros podem avaliar(!) os segundos; podem dar-lhes doutos ensinamento ; podem decidir sobre assuntos que não dominam, para dar um arzinho de.
    Relativismos e promiscuidade a rodos.

    3- Conselho Geral – a intolerável promiscuidade é a sua divisa : de tão execrável, não me apetece dizer mainada.

    Mas há mais. Só que, chega de maçar o eleitorado.

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  3. Que bem falou a Maria!
    Esta promiscuidade tresanda, é injusta, revolta e nada se faz em nome de uma falsidade convivial e de uma grande desonestidade intelectual!

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