Na 6ª Feira…

… vou tentar responder a algumas das questões que já chegaram à organização do “evento” e dar a minha opinião, que alguns acham pouco consensual, acerca da ficção que vivemos em termos de avaliação de alunos e professores. Assim haja tempo para tudo e para dialogarmos.

Alunos e Professores, o que andamos a avaliar?

Agora Já Querem Mudar…

a “matriz de risco”, porque estará desactualizada. Atendendo que os casos estão a aumentar com menos testagem, a “desactualização” da dita matriz seria maior há uma semanas e ninguém a mudou. Só que agora se trata de Lisboa e quem se mete com o turismo do Medina, já sabe que leva.

A norte, Rui Moreira também parece alinhar no “já vale tudo”, desde que os cámones tragam dinheiro e façam compras.

Assim, não haverá imunidade de grupo que aguente.

Muito Pouco MEL

Aquilo parece uma daquelas vigílias à porta do ME. Só com grandes planos se consegue dar a sensação de estar mais do que a dúzia dos do costume, neste caso de “notáveis” em busca de um lugar numa potencial variante continental da solução governativa açoriana. Mais valia terem encomendado um espaço mais aconchegante.

4ª Feira

Em especial desde os anos 90 do século XX que a linguagem nas escolas se viu inundada por siglas e acrónimos que só os iniciados entendem. Quando passei de aluno a professor, ali pela segunda metade dos anos 80, acho que só havia o CD (Conselho Directivo) e o DT (Director de Turma). Se havia mais, não me lembro ou não praticava.