Ainda Há Esperança

Ao fim do dia de ontem, tive a reunião dos três árbitros de mais um recurso relativo à avaliação de desempenho de um colega e correu muito bem. Não porque estávamos todos de acordo, mas porque se soube discordar de modo fundamentado e existiu um assinalável respeito mútuo. Acabámos por adaptar as três posições a chegar a um consenso no essencial. Ninguém esteve a pensar em vitórias ou derrotas, mas em procurar a melhor solução para a situação, com fundamentação válida. Não é a primeira vez que me acontece e, com sinceridade, os abusos descritos há uns dias têm sido a excepção. Mas aquela meia hora, pouco mais, de ontem, fez-me recuperar alguma esperança. Não que tudo isto possa mudar, mas ao menos que possamos analisar as disputas e conflitos com rigor e elevação.

3ª Feira

Esta estória é minha e nem é muito antiga. Nem é especialmente original. Porque com petizada pequena, não é raro ser tratado como “pai”, “tio” ou – ai, ai, o envelhecimento docente – “avô”. Confesso que nestes últimos casos, pondero logo a descida de um nível na classificação final d@ alun@, mas depois passa-me.