4ª Feira

Porque há quem ache que, para lá de imaginação, deve ser qualificada ou avaliada a forma como se expressa. Ora, haverá “boa” e “má” imaginação? E quem está em condições e tem a autoridade para o fazer? E deve a expressão da imaginação “fazer sentido”? Fará isso sentido? Estas são questões demasiado complexas para se resolverem de forma simplista até porque, infelizmente, não é raro que a exaltação da efabulação venha presa a concepções muito limitativas do que é tido como “aceitável”. 

2 thoughts on “4ª Feira

  1. Por Traseiras – imaginativa recuperação das aprendizagens

    Para evitar ajuntamentos tipo Sporting ou Manchester City, o # EstudoNaVenda apresentou as “medidas” de recuperação através dos altifalantes da torre da igreja.
    Danos colaterais: as cegonhas , que têm o ninho colado ao sino, fugiram a “sete pés” e agora o cabo da Guarda anda à procura delas.
    Não se pense que a fuga das ciconias spp se ficou a dever à estridente voz do Coxa – o locutor. Nada disso. O Nora – que percebe de anatomia – avança com uma tese, essa sim ,mais que plausível : “… as cegonhas zarparam porque ná têm estômago para ouvir as palermices do mnistro” .

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