6ª Feira

Trata-se, neste caso, da cooptação para “participar”, para “fazer parte”, para “ajudar a construir a solução” em grupos onde está garantida uma larga maioria de elementos com a posição dominante, que se pretende que seja a apresentada como “consensual” ou resultante de um “compromisso entre diferentes vozes”. E quem aceitou ser cooptado fica na situação ingrata de assinar algo com que, em larga escala, garantia não estar de acordo, ou assumir uma ruptura e perder “outras oportunidades” de “fazer parte” e sentir que “a sua voz foi ouvida”. 

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