Parecer Da SPM Sobre O Exame De Matemática A – 1.ª fase

(…)

A inconstância causada pelas alterações da estrutura e da complexidade das provas, vem mais uma vez pôr em causa a possibilidade de se realizar qualquer análise comparativa dos resultados destes três últimos anos. Esta seria muito profícua, principalmente pela mutabilidade sentida neste período nas atividades escolares.nsino

4 thoughts on “Parecer Da SPM Sobre O Exame De Matemática A – 1.ª fase

  1. Vigiei a prova. Alunos com médias de 19 usaram os 30 de tolerância.
    Foram 180 loooongos minutos 😦
    Também me pareceu extenso, mas não é a minha praia.

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  2. A minha filha não achou a prova muito difícil – é aluna de 20 valores nas classificações de Matemática – mas achou-a muito longa, mesmo com os 30 minutos de tolerância. Aliás, essa foi a opinião de muitos colegas que conversavam à porta da escola, depois do exame. Ela acabou por não conseguir terminar o último exercício, porque a dada altura percebeu que tinha feito um erro, e imediatamente qual a correção a fazer, mas já não teve tempo para terminar a correção. Depois de tudo feito, e em menos tempo do que era devido! Ficou frustrada, claro, porque sempre se empenhou e trabalhou muito, e neste último ano, ela, como muitos outros colegas, treinaram imenso, incluindo fazendo todos os exames de anos anteriores. Contudo, ao que parece, este não se compara com nenhum dos outros exames por ter sido muito longo para o tempo estabelecido, e por isso foi profundamente injusto e desleal para com os alunos o facto de num exame nacional a sua extensão não ser proporcional ao tempo necessário e desejável para o fazer, ainda para mais numa disciplina tão complexa e trabalhosa como a Matemática A. Foi uma distração ou algo propositado por parte de quem fez/aprovou os exames? Qual foi a intenção?
    Por motivos óbvios, não é de todo aceitável que os exames nacionais se apresentem com níveis de estrutura e de complexidade inconstantes, e ainda com fatores agravantes, de ano para ano. As comparações são inevitáveis e as desigualdades e discrepâncias de resultados são injustas e desleais, pondo mais uma vez em causa a seriedade e a competência do sistema de avaliação. Está em causa o enorme esforço, o aturado trabalho e as fortes expectativas de muitos alunos face ao acesso ao ensino superior e ao seu futuro. E já nem falo do esforço dos pais, e dos professores nas escolas!

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  3. A minha filha não achou a prova muito difícil – é aluna de 20 valores nas classificações de Matemática – mas achou-a muito longa, mesmo com os 30 minutos de tolerância. Aliás, essa foi a opinião de muitos colegas que conversavam à porta da escola, depois do exame. Ela acabou por não conseguir terminar o último exercício, porque a dada altura percebeu que tinha feito um erro, e imediatamente qual a correção a fazer, mas já não teve tempo para terminar a correção. Depois de tudo feito, e em menos tempo do que era devido! Ficou frustrada, claro, porque sempre se empenhou e trabalhou muito, e neste último ano, ela, como muitos outros colegas, treinaram imenso, incluindo fazendo todos os exames de anos anteriores. Contudo, ao que parece, este não se compara com nenhum dos outros exames por ter sido muito longo para o tempo estabelecido, e por isso foi profundamente injusto e desleal para com os alunos o facto de num exame nacional a sua extensão não ser proporcional ao tempo necessário e desejável para o fazer, ainda para mais numa disciplina tão complexa e trabalhosa como a Matemática A. Foi uma distração ou algo propositado por parte de quem fez/aprovou os exames? Qual foi a intenção?
    Por motivos óbvios, não é de todo aceitável que os exames nacionais se apresentem com níveis de estrutura e de complexidade inconstantes, e ainda com fatores agravantes, de ano para ano. As comparações são inevitáveis e as desigualdades e discrepâncias de resultados são injustas e desleais, pondo mais uma vez em causa a seriedade e a competência do sistema de avaliação. Está em causa o enorme esforço, o aturado trabalho e as fortes expectativas de muitos alunos face ao acesso ao ensino superior e ao seu futuro. E já nem falo do esforço dos pais, e dos professores nas escolas!

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