6ª Feira

Podem fazer o que entenderem ao vosso corpo. Sintam-se livres para afirmar a vossa identidade em liberdade. Celebremos a diversidade e o respeito pelo corpo de cada um@. Mas, por favor, não fiquem gordos, desculpem, obesos porque é feio, desculpem, é melhor para a saúde.

11 opiniões sobre “6ª Feira

  1. Para o Paulo Guinote tudo tem segundas intenções ou são teorias da conspiraçlão. Não entendo a aversão a todas iniciativas que possam “combater” os problemas de obesidade e sedentarismo. Eu também acho que os hábitos não se mudam por decreto, mas os governos utilizam normalmente as ferramentas mais fáceis de utilizar para os seus combates e este novo despacho é apenas uma formalidade, que pode ter até um efeito contraproducente, que é o que criar uma aversão das crianças a tudo o que é comida existente na escola. Mas vamos ver e se assim for há que mudar e arranjar outras soluções. Dizer mal por dizer, não me parece lá muito útil.

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    1. Tem direito a ter a sua opinião, como é óbvio… Mas os outros também…
      O Zarolho tem a opinião que estas atitudes indiciam características de totalitarismo de “tipo talibã”…
      Veja lá… cada um com as suas Crènças e a sua religião…

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    2. Dizer bem por dizer,
      o vulgo lambebotismo tão em moda (não me parece ser o seu caso),
      isso sim, não me parece lá muito útil.

      O efeito contraproducente é quase uma inevitabilidade.

      O Despacho pastel de nata é um degradante sintoma da forma como nos últimos vinte cinco anos o beatopatriotismo de esquerda anulou a cidadania em Portugal.

      A imbecil cambada que manda nas escolas, os sindicatos, as associações disto e daquilo, as comunidades locais… não foram capazes de erradicar o bollycao?

      Ao que nós chegámos…

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    3. Caro ferreiradin,
      O que escreve responde a si mesmo.
      Mas gostaria de detalhar uma questão que enuncia e me é especialmente cara, que é a do caminho falsamente “fácil” de resolver tudo por decreto.
      Que raramente resolve seja o que for.

      Como ontem aqui deixei em post, há outras medidas bem mais eficazes como intervir directamente nas famílias. Mas custa dinheiro e há que guardar indeminizações para gestores e injecções de capital para empresas privadas outrora públicas.

      Procure no google “weekend Hunger” e perceberá do que falo.

      Quanto a dizer mal por dizer… são opiniões.

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  2. Na realidade tudo tem antecedentes e consequentes. É a ciência que o diz e não o ferreira.
    Que tal uma atitude mais analítica e científica da realidade, caro Ferreira?

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  3. Soluções: respeitar todos verdadeiramente e transformar isto num país civilizado e com bom nível de vida. Trabalho, conhecimento, honestidade.

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  4. Acho mesmo que há algumas teorias da conspiração. Senão vejamos.. bicicletas na escola? Quem ganha com isto ( leia se). Alegadamente que empresas, ou quem estará a frente delas. Os contratos de baixo custo para empresas que servem refeições nas escolas e a qualidade de produtos processados…
    Agora acho que cada um de nós faz aquilo que lhe apetece ao corpinho que tem. O mal ou bem é de cada um.. no caso dos miúdos tudo começa em casa. Ora a maioria deles se tiver dinheiro vai logo ao café ou pastelaria. Os outros ( que é a maioria) , se não for a escola pouco ou nada se alimenta..

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  5. Com o endurecimento do controle de saídas da escola já exigido pelos zelotas, para evitar escapadelas gourmet, o tráfico de bola-de-berlim recrudescerá. O palmier passará a ser pago em bitcoins. Alguns dirigentes de clubes passarão a interessar-se pelo novo meio de branqueamento de capitais. Não tardará a haver grupos terroristas a financiar-se com o novo ilícito e os equilíbrios geoestratégicos penderão para o lado das zonas de produção de doçaria conventual e fumeiro, doravante na clandestinidade. Nas escolas e nas prisões serão sondadas as cavidades para evitar a infiltração de enchidos banidos. As latas de feijoada à transmontana substituirão os telemóveis neste mercado de favores e a corrupção pagar-se-á em barras de Mars.

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  6. Não acredito em boas intenções quando elas não beneficiam todas as partes envolvidas. Senão vejamos este exemplo de um triângulo de interesses: uma Junta de Freguesia, uma escola e uma comunidade envolvente e envolvida (alunos e famílias). Na localidade da escola onde trabalho, a Junta de Freguesia vendeu um terreno à McDonald’s para financiar a construção da própria Junta. Até aqui, parece um negócio trivial e legitimo. O que já não parece trivial é que o terreno onde foi construído o restaurante situa-se do outro lado da rua da escola, mesmo ao lado da Junta de Freguesia, ou seja, entre a escola e a Junta. Isto vem a propósito da grande preocupação da sociedade e do governo quanto ao problema da obesidade das crianças, adolescentes e jovens, das suas causas e consequências…
    Dependendo do ponto de vista, alguns dirão que os lados deste triângulo ficaram todos a ganhar – a Junta obteve o dinheiro que precisava para a sua construção, a McDonald’s ganhou a freguesia da comunidade envolvente e envolvida e a comunidade ficou servida com um restaurante de comida rápida e barata. Contudo, se a preocupação é com a “má alimentação”, por ser pobre em nutrientes essenciais a um crescimento e desenvolvimento equilibrados dos nossos mais novos, não deixa de ser uma estranha ironia e uma terrível hipocrisia da sociedade e do governo deste país quando apregoam boas intenções mas praticam contradições.

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