6º Feira

Mesmo em férias, é gratificante sabermos que uma situação muito complicada se resolveu, sem grandes alaridos (apesar de algumas interferências para “ajudar” que raramente o conseguem), com uma boa articulação entre um dt e uma técnica da CPCJ local. Foi bom saber que se eliminou uma situação de risco físico e emocional para uma criança, através de uma acção exemplar dos serviços da Segurança Social que, quando animados por gente que se empenha, fazem coisas extraordinárias em pouco tempo, funcionando em rede, localizando familiares, encontrando soluções para o que parecia muito, muito complicado.

Mesmo em férias, é bom que nos comuniquem que tudo ficou bem, mesmo se (talvez pela sua extrema competência) a pessoa com que se colaborou de modo virtual nos comunique que vai partir para outras funções, ao mesmo tempo que tem a extrema simpatia de agradecer um trabalho feito em conjunto, apenas na base de um par de telefonemas e meia dúzia de mails. Por vezes, mais do que a quantidade ou foguetório, interessa empenho, celeridade e eficácia: Neste caso, mesmo no verdadeiro interesse dos alunos e não de coreografias com outros intuitos.

6 thoughts on “6º Feira

  1. Só quem lá anda é que sabe a importância destes pequenos grandes gestos.
    Parece que não é nada, mas quem passa grande parte do tempo a embater contra o mundo da indiferença, dando azo à vociferação de impropérios em muda voz, para fintar a raiva, é que entende o calorzinho agradável que se sente quando, dalgum qualquer outro lado – ele são tantos… – há alguém que se preocupa, há alguém que acredita, há alguém que é cúmplice…

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  2. Às vezes os pequenos gestos revelam uma enorme grandeza de alma. Mas, a maior parte das vezes, quem quer resolver as coisas tem de dar graxa ao funcionário como se de um favor pessoal se tratasse.

    Por exemplo, poucos saberão que acaba de aterrar em Lisboa o primeiro refugiado da Juventus. De momento ainda não sabemos quem lhe dará emprego, mas fomos informados de que ele prefere viver em países onde seja possível construir marquises nos telhados dos prédios. O pobre moço é de origens humildes mas já se expressa num português tão escorreito como o de Jesus. Tem a escolaridade obrigatória, o serviço militar e as vacinas em dia.
    Esperemos que a Casa Branca, a ONU e a Comissão Europeia não estejam obcecadas com o Afeganistão e tenham disponibilidade para resolver este pequeno drama.

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