Lido Há Pouco Numa Carta Aberta/Petição

Tenho a quase certeza de três coisas acerca do está escrito: a) que os autores não perceberam ainda que a Universidade é um dos nichos mais clientelares de uma sociedade já de si marcada indelevelmente pelo factor C; b) que o atestado de qualidade a uns tem no seu reverso um atestado de menoridade a outros c) que no Superior há quem não tenha muita vontade de fazer esse trabalho de selecção chato, a menos que o primo da vizinha jeitosa do 3º esquerdo ou o sobrinho do senhor embaixador etc e tal. Já sei que vão dizer que não é nada disso, mas…

O contexto atual de pandemia, a mudança da construção dos exames trouxe à tona o desajuste
deste instrumento para o objetivo final da seleção dos alunos, na medida em que se mostrou à
evidência que um número, uma média ponderada é um método pobre e absolutamente
redutor, nomeadamente quando o usamos para seriar alunos no acesso ao Ensino Superior.

A qualidade, conhecimento e saber dos docentes do ensino superior saberá, melhor do que ninguém, qual a melhor forma de escolher os seus alunos, sem esperar que alguém o faça por si.

(até parece que nos cursos superiores “de topo”, aquilo não é em grande parte na base do marranço para ter “nota” e dar nas vistas por isso mesmo…)

Uma Boa Decisão

Talvez fosse importante explicá-la em pormenor a alguns maníacos dos grupos (com alunos menores) em tudo o que é rede social, em nome da “modernidade” e da “agilização” dos contactos.

Decisão surge semanas depois de ter sido revelado que os responsáveis do Facebook, que detém o Instagram, estavam cientes dos efeitos negativos da rede social na saúde mental dos adolescentes. Empresa é também acusada de esconder estudo que contém dados detalhados sobre os impactos negativos nos adolescentes, sobretudo nas raparigas

3ª Feira

Adoro quando a “sociedade civil” mais não passa do que a malta de uniforme disfarçada. Para não parecer que as ideias e iniciativas não partem de onde parece mal que partam. E eu desgosto a modos que ligeiramente de assinar coisas que têm mandantes ocultos. E para bom entendedor, meia palavra basta.