Até Vou Votar E Tudo…

… se existirem eleições por causa de um eventual chumbo do Orçamento, apesar de toda a campanha mediático-presidencial para culpar o Bloco e o PCP por isso. E garanto que até voto num deles, porque não é tarde para resolver a situação de criptorquidia que os afecta de há uns anos a esta parte.

Descansem que a “direita” não volta ao poder. E se o PS tiver maioria absoluta, pode ser que acabe de vez este marasmo em que inexistem oposições. se não tiver, fica tudo mais claro. Devem governar, mas com maneiras à mesa.

18 thoughts on “Até Vou Votar E Tudo…

  1. Tenho votado num deles.
    prometeram lutar contra: modelo de gestão totalitário; horários ilegais; assédio laboral; perseguições várias; tempo de serviço…
    Até agora nem uma promessa cumprida.
    Tudo ZERO.
    Há sete anos até se comprometeram, com estas propostas em documentos escritos.
    Não voltarão a enganar-me…
    Lamento, Paulo.

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  2. O problema é que a direita portuguesa não teve, não tem nem terá como prioridade a valorização da carreira docente.
    Esta esquerda esbanjou oportunidades consecutivas para fazer a diferença.
    Aqui chegados, nao há motivos substantivos para ter esperança.
    Ainda assim, prefiro a esquerda à direita dos cortes salariais, dos cortes nos subsídios de Natal e de Férias, com cratos oelo meio…

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  3. Terá chegado ao fim o ciclo da Geringonça?

    Se houver eleições, voto IL, na esperança de que tenham três ou quatro deputados (um grupo parlamentar).

    Penso que a esquerda (somada) voltará a ganhar. O futuro próximo resume-se numa questão: como vão os três partidos (PS, BE e PCP) estruturar a Geringonça.2.
    O panorama político está diferente e, espero eu, a geometria das bancadas do Palácio de São Bento vai alterar-se (espero eu).

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  4. Com o Crato houve muita porcaria, mas os alunos e pais andavam todos acagaçados com os exames! Não era este “currículo” a brincar que não os prepara para nada. Não é o modelo predileto, mas era mais parecido com o que deve ser a escola. Muitas outras coisas foram péssimas….

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  5. Nos círculos eleitorais pequenos em regra são eleitos ou PS OU PSD. nesta situação o ideal era votação em massa num dos da esquerda, mas não vejo como….

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  6. Houve 3 bancarrotas em Portugal. 2 delas, que me lembre, foram da autoria de governos PS. Depois lá vieram os gajos de Direita limpar esta trampa toda.

    Vamos a caminho da quarta, pois este Costa está a dar o que não tem e/ou o país não produz. Não obstante, a malta continua a votar à esquerda.

    Sempre me fizeram impressão os burros na nora. Do mesmo modo, não me entra na cabeça aqueles que passam uma vida a votar no mesmo. Única crença imutável na vida só o clube desportivo e mesmo esse…

    Pois bem, no tempo em que votava, pus a cruz no PSD, no CDS e no PS em diferentes momentos. E não, não votei Sócrates, mas Santana, porque conhecia a “obra” dele pelas Beiras, o seu desempenho como ministro e via os seus programas de comentários. Era um homem perigosíssimo! Não me enganei, embora tenha frequentes dúvidas e lesse jornais na época.

    Quanto aos docentes, levaram com o pseudo-engenheiro, com a Lurdinhas e agora com esta trampa, entre outros, mas vão apoiar “na mesma”. Brilhante!

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    1. As bancarrotas, todas elas foram obra do PS. Esta é a versão eleitoral do PSD/CDS. Mas está enganado. Lamento. Vejo que não lê os jornais todos nem obras de referência sobre o Portugal Contemporâneo. De facto, a História faz falta, não só para os alunos atuais. A 1.ª intervenção do FMI aconteceu em 1977, após o período revolucionário. O governo do Partido Socialista formado em 1976 chamou o FMI. Ora os problemas económicos não surgem de um momento para o outro, mas foi o PS que ficou com o ónus de todos os desmandos revolucionários de 74/75 que desorganizaram a economia. A 2.ª intervenção foi em 1983, foi solicitada pelo bloco central PS/PSD e foi consequência do 2.º choque petrolífero e após três anos de governo AD que não conseguiu estabilizar a economia, como ninguém conseguiria em Portugal: pequena economia, ainda não integrado na CEE, fragilizada pelos choques globais devido à guerra Irão/Iraque, à Revolução islâmica no Irão e com uma profunda instabilidade política após a revolução e descolonização. Mas a culpa foi do PS que fez um governo de coligação com o PSD e que não estava no governo desde 1978. Fantástico não é? Sobre a Troika, apesar de todos os desvarios socratinos, tirando a baixa política populista e eleitoralista, estivesse quem estivesse no governo ela viria sempre e há muito que à consenso sobre as causas: desregulação global dos mercados financeiros. Mas continue a ler e apure o sentido critico. Sobre as eleições que se aproximam, há uma coisa que os professores sabem: venha quem vier continuaremos na senda do sucesso, logo teremos de olhar por quem assegure os salários e quem não corta subsídios, é que a malta que anda à volta de Rangel é de assustar. Sobre a qualidade no ensino há muito que perdi a esperança. A Escola é um enorme albergue onde fazemos assistência social….

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  7. Quero um governo de esquerda, mas com uma política de direita na educação. Não quero a tralha do eduquês, do faz de conta, dos DAC, Cidadania e Desenvolvimento, Perfil do Aluno e do passa tudo, mas mesmo tudo. O Crato foi mau, foi sim senhor, e também lhe disse isso na cara. Quero um Ministério da Educação liderado por professores, mas mesmo professores do terreno e não encostados e kapos…diretores. Quero uma carreira atrativa, um curriculum bem definido, sem tretas, exames coerentes e consequentes.

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  8. Não é que tenha qualquer tipo de estima pelo pessoal dos partidos de direita, mas votar no lado que tem lixado, com F, os professores e todo o setor da educação enquanto exclama o quão maravilhoso tudo está a ser seria, no mínimo, um sinal da mais absoluta hipocrisia, já para não dizer, masoquismo.

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  9. É assustador pôr sequer a hipótese de uma coligação com o Chega. E esta seita, porque partido político é outra coisa, tem mais votos do que o BE e a CDU juntos. Razão tinha a Ana Gomes quando anunciou a perversidade de Marcelo que se manifestaria neste último mandato, pois já nada tem a perder. Aqui o temos a fazer a caminha à sua família ideológica.
    Quanto à Educação, o que está é mau, mas as benesses para o privado não melhoram nada.
    Enfim…

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    1. Meu Deus, que análise disparatada! O Marcelo está a forçar, desde o início, as antíteses do CHEGA, a viabilizarem o orçamento, e a cara vem dizer que o PR está a tentar levar um PSD em cacos e rachado ao meio ao poder? Com menos de 30% de intenções de voto?

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  10. Divirto-me a ler o FB de um dos cortesãos (que procura limpar-se de toda a contaminação de interesses dizendo que não é militante PS…) desancar forte e feio no PCP e no BE, como os professores fazem dos patifes que lhes estragam uma após outra uma aula planificada. Mas será que o Rei da Inclusão não desencanta uma medida qualquer lá no seu menu que permita pôr a geringonça a funcionar, nem que fosse em “governanças essenciais”?

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  11. Não percebo toda esta agitação.
    Pensava eu que o orçamento tinha sido aprovado, com mais de 80% dos votos, e que tanto o Varandas como o Rui estavam firmes nos seus postos para grande alegria das gentes.
    Até o Rendeiro ameaçava voltar e o Novo Banco tinha uma nova imagem para a mesma miragem.
    Havia, é certo, umas gripezitas a assolar as aldeias, mas nada que não se resolvesse com mais umas injecções. Até porque o indígena já está habituado à taxa de mortalidade fixada.
    Enfim, é preciso entreter a maralha e a televisão quer-se barata. Por isso a solução é encenar este dramas e contratar uns comentadores para ocupar a grelha.
    Em Portugal nunca se cumpriu um orçamento, muito menos o do Estado. Qualquer melhoramento no quintal da Mariazinha resvala pelo menos 50% em relação às previsões dos custos. Quando os fundos sem fundo apertam com o governo, somos obrigados a cativar as verbas. Caso contrário pedimos um crédito para fazer obras na cozinha. Portugal não precisa de um governo e muito menos de um orçamento. Nem sequer deseja um plano porque prefere os acidentes. Partidos aceita-os enquanto forem divertidos. Quando os enjoa, até a democracia aceita pôr no prego. E normalmente ela não sai de lá pelo seu próprio pé. Para tudo é preciso chamar os militares. Até para vacinar.
    Empresários? Saberei que existem quando os vir à porta dos bancos a exigir acesso ao crédito em vez de estarem à porta do governo a exigir subsídios e rendas. Transição digital? Isso não era o nome dado ao plano de negócios das tecnológicas que estão a promover a próxima bolha especulativa? De qualquer modo estão todos garantidos: transportadoras aéreas, farmacêuticas, tecnológicas, etc. Era o que faltava que o sistema de rendas fixas ficasse reservado apenas para os setores tradicionais da banca, da energia e das infra-estruturas rodoviárias.
    E o pessoal da favela? Parece que a mosca da fruta e o grilo são excelentes fontes de proteína sustentável. Melhor que isto só se os conseguirmos pôr em formato digital.

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