A Sério?

Não há palavras. Mas há “clientes” para todo o tipo de banha da cobra. Já agora, 350 escolas não representam 50% das escolas do país. Já a “geografia” da Academia de Líderes Ubuntu (cuja “equipa” e “Conselho Científico” me levantam certas reservas) coloca-nos ali bem a par dos países mais subdesenvolvidos em termos educcacionais.

Metade das escolas públicas portuguesas no projeto da Academia de Líderes Ubuntu

(…) “Quisemos, no âmbito do plano de recuperação das aprendizagens 21|23 Escola+, dar um impulso grande ao trabalho sobre competências sociais e emocionais, apoiando os professores tutores das escolas, tanto mais que uma das grandes faturas da pandemia está ao nível da perturbação das emoções”, prosseguiu.

O método Ubuntu passa pelo aprofundamento do conhecimento de si e das suas capacidades e forças — os três primeiros passos — seguindo em direção ao outro — os dois últimos passos, numa dinâmica perpétua e circular, onde se volta sempre ao centro de cada um, para poder ir ao encontro do outro de forma renovada e melhorada.

17 opiniões sobre “A Sério?

  1. Os meninos à volta da fogueira vão contar coisas de sonho e verdade, vão aprender como se faz uma bandeira e conquistar a liberdade.

    Os meninos do “men histéri ú” à volta da fogueira vão contar coisas de sono e de maldade….vão fazer churrasco de professoriii… para imperar a bandalheira e a banalidade!

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  2. Ubuntu já faz o ministério, mas só para ele!
    “Eu sou porque eu sou”, tu, zeco de caca, não tiveste pandemia nem emoções. Por isso trabalha, sê voluntário à força porque “eu que sou” não te pago, congelo-te, roubo-te tempo de serviço, ultrapasso-te pelos reposicionados e não abro plataformas para receberes o teu salário, mesmo que tenhas mudado de escalão!
    Além disso, ainda te grelho com maias, obrigo-te a passar todos os alunos, a contorceres as articulações com artrose e a ler zurrapa de arianismodominguistacostico!
    Querido ME, mete o umbuntu no…
    Congelador!
    Reciprocidade?! Liderança servil?!
    Vamos é ensinar os programas, como eram e com exigência!
    Que se lixem os projetos, a ADD e a competição entre pares, a flexibilização, o maia e o ubuntu!
    Dê o exemplo, caro MÉ!

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  3. Ai que saudades das antigas salas de professores no intervalo grande! Havia verdadeiras tertúlias, o pessoal de Filosofia sempre tão inspirado, o das artes sempre criativo e original, o pessoal de História sempre analítico, o pessoal das Ciências com os seus bons conselhos, o das matemáticas sempre incisivo, o das línguas com novidades…Agora tudo mudou. Acabrunhados, poucos, tristes e sós assim estão os que ainda lá vão sempre com a sensação de estarem a pisar um terreno minado onde os espiões de passagem surripiam o que podem e bebem sangue dos que vão resistindo.
    Antes aprendíamos uns com os outros. Fazia-se sugestões de leituras, de exposições, de metodologias para os alunos x ou y…Enfim, era tudo bem diferente.

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    1. Suspirus, é precisamente isso que observo.
      E era contra isso que nos deveríamos impor. Cada dia que passa sem reagirmos é mais um dia de alegria que damos a quem nos quer retirar a nossa identidade, a pessoal e a profissional.

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    1. Com tanta contratação isso é sermão aos peixes e a toda a bicharada sem discriminação de sexo, religião ou orientação …
      Agora imagina quando for o Instituto da Vinha e do Vinho!

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