24 opiniões sobre “Top 3 Das Criaturas Com As Quais Estabelecer Diálogo Sobre A Educação E Professores Acarreta Imediata Perda De Neurónios

  1. Ontem à noite, no “Último apaga a luz” (no canal público e suposto serviço público) o RMD proferiu tantas MENTIRAS, em relação aos professores, que devia ser processado.

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  2. Estes tipos nem sequer sabem opinar. Ter opinião credível consegue-se depois de estudar os assuntos e isso é coisa que eles não fazem. Portanto aquilo que rotulam de “opinião” deveria ser rotulado de “preconceito”.
    Pode até ser pior que preconceito porque alguns estão claramente a ser pagos para difamar um grupo profissional, que é só aquele que, em todos os tempos e em todas as geografias, pode contribuir para abrir a mente dos mais novos fazendo periclitar o status quo.
    Estes tipos são perigosos. Para a História ficarão como algozes ou guarda avançada do poder dominante, enquanto os professores serão sempre aqueles de quem, muitas vezes, nada se espera a fazer o que não se espera.

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  3. O que se denomina Cristo. O Zezinho Gomes Ferreira, o novo comissário das comemorações dos 50 anos do 25 abril ( sim o tal Delfim), o trio Daniel Oliveira, CFA e o Pedrinho Lopes e por fim o José M. Tavares

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  4. Verdade, esses tipos da pandilha Daniel Oliveira. Sempre a esbracejar e a falar do que não sabem como se fossem doutos iluminados. Tão parecidos com os velhos dos marretas!

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  5. Para Migueis Sousas Tavares e quejandos, estou-me nas tintas, porque sei que alguns comentadores nem se dão ao trabalho de estudarem as matérias específicas que comentam. Já reparei que muitos comentam por sentimentos de pele, ou de ódios específicos.
    Após cair que nem uma “bomba” a pandemia da falta de professores (citação de um tal Filinto LIma), alguns comentadores fizeram uma pirueta para não ficarem à margem da história, outros ficaram ao lado dos populistas que tanto criticam, casos do MST, RMD e do CGP que vivem da realldade alternativa, ou têm um certo gozo em nos provocar.

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    1. Esse citado também é há longos anos jornalista no periódico da terra dele e tem malhado também nos professores quando todos estão a malhar, mas, pelas cautelas, vai uma no cravo outra na ferradura!
      Tática que mais usa: dar gracha aos que estão na mó de cima e com linguagem entre o futebolístico e o seminarístico fazer chorar as pedras da calçada por um prato quente e pela perda de um alfinete. Tem um gabinete de imagem e markting onde se faz fotografar exclusivamente de casaco para envio da propaganda pessoal aos subordinados e ” resto do mundo”. Muitas cerimónias pessoais de corte de fita na inauguração da aquisição de um novo caixote do lixo e envio de todas as produções opinativas pessoais. Chaves de sucesso usadas no galinheiro: satélites de luz pálida, excesso de convicção na faladura, muito alarido ao passar e bué de informações em off. Estas são as fórmulas!
      Há quem o conheça por “prato quente”, ou ainda “pressedente da xunta”.

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    1. Força! Há que os sentar no banco dos réus, chega de tanta difamação!
      Para que raio querem os sindicatos o dinheiro dos sócios? Estou a falar dos 2 grandes. Fico é admirado por não serem os grandes a fazê-lo.
      Não é obrigação dos sindicatos defender a classe profissional?

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  6. Perda de neurónios?! Deixa ver se acrescento mais alguns à lista:
    – SE Costa;
    – Ariana Cosme;
    – o comerciante Jorge Castanheira de Albergaria, do Fórum TSF;
    – o Tiago Rodrigues, de Vila Praia de Âncora;
    – o Valter Lemos, de Castelo Branco, a quem passei uma vez à frente na fila do Continente.
    – a diretora da escola onde trabalho.

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  7. O Stop tem é que colocar a Fenprof no banco dos réus. Ela convocou greve às horas extraordinárias e as horas extraordinárias quando faltadas não precisam de justificação.
    Resultado: o Público fez um editorial com os cochichos do Lima dizendo que a Fenprof com a greve poderá impedir os diretores de resolver o problema da falta de professores e que estes não são os sindicatos e querem ser a solução do problema.
    Portanto o Mário só fez com que os professores passassem a ser ainda mais sobrecarregados por parte dos guardadores do campo de concentração.
    Também fez com que a opinião pública, que já detesta professores, ainda os odeie mais se forem dos que fazem greve.
    A opinião pública fica do lado dos diretores acreditando que eles querem é minorar o problema sem reparar que a falta de professores também se deve aos diretores uma vez que são os carrascos de professores exaurindo-os e levando-os a abandonar a profissão.

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