O Arbusto De Alá

Rodrigo Moita de Deus pelo próprio. Em tempos ainda lhe achava graça, como tardio marialva beto. Em 2017, quando considerou que os professores eram miseráveis, achei mais interessante ir ver como este empresário pretensamente liberal vive encostadinho ao Estado (sem amigos na Câmara de Cascais, o que seria dele? a avença da RTP3 não deve ser assim tão grande…) para facturar. Os tempos finais do passismo foram-lhe de feição, até que em 2016 mudou de ares.

É por aqui que lhe devem fazer chegar o fogo… um gajo cuja caixa tilinta praticamente só à conta do Estado. Mesmo enquanto ele estava lá pela Next Power onde é que chuchava a sério? No Estado, o grande liberal. Mas agora é Acting CEO at APCC – Associação Portuguesa de Centros Comerciais. Uau!

Quanto ao resto… não adianta chamar-lhe mentiroso (eu sei, já lhe chamei isso há muitos anos, quando sozinho conseguia ter mais leitores do que o “colectivo” de betos armados ao pingarelho) que é dos que não se envergonha e ainda goza com quem fica irritado com as verdades alternativas. Aliás, o que fazer de alguém que diz (claro, não foi ele que escreveu) o seguinte:

Rodrigo publicou o seu primeiro livro aos 23 anos, “Será que as mulheres ainda acreditam em príncipes encantados?[18] um grande sucesso que integrou o Plano Nacional de Leitura português. Aos 25 anos publicou “O Vigarista: o homem do ano”,[19] um romance que antecipava, em 2003, complexas ligações entre negócios e política no início dos anos 2000.

10 opiniões sobre “O Arbusto De Alá

  1. Suspeito que o Karamba seja o Kromo!
    A canalhice destilada é tanta que não me admiraria.
    Tem mesmo estilo de beto com falta de tabefes na fuça. Zombeteiro, gabarolas, provocador sem base, trapalhão depreciativo…
    Aquelas tiradas de disco riscado são muito de quem procura marketing do Self.
    Sempre a palpar por palrar, só para ser pain in the S…

    Gostar

  2. O que é grave nestes tipos, nem é tanto o mal que nos fazem diretamente, é mais o levarem a que os miúdos que, quando não são folhas em branco, aparecem autoformatados pelo youtube, instagram e opinião dos papás nos encararem com desdém ou sentimento de superioridade, visto que ouvem de todos os lados que somos uns miseráveis monstruosos.Como educar e ensinar assim? Agora ninguém quer ser professor. Pois não, é muito exigente sê-lo.
    Resta saber como vão estes invertebrados educar os filhos.

    Gostar

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.