6ª Feira

Estamos de volta quase ao mesmo, com as novas medidas que quase todos apoiam (pelo menos, aqueles que nos apresentam como especialistas – sem aspas – na coisa pandémica e virulenta). Mas, numa leitura mais política, eu diria que a “semana de contenção” é em Janeiro por termos eleições ou então, para fazer sentido, teria de ser na segunda quinzena de dezembro (ou mesmo antes e as duas semanas). Só que isso iria ser um bocadito mais incómodo, perturbava o Natal e assim, sendo em Janeiro e descontando o João Miguel Tavares e amigos (o António Costa estará em contenção pré-eleitoral e poderá fazer babysitting?), a generalidade do pessoal está de barriga mais acomodada e disposto a não se mexer muito. Claro que a mensagem é quase… ok, esbardalhem-se até ao Ano Novo e depois fiquem quietos para não espalharem mais o bicho.

Quanto à questão da testagem, só de ouvir que vai ser maciça e sistemática ocorre-me logo que ouvi isto no início do ano lectivo quanto ás escolas e, mesmo com os contágios a crescerem na miudagem mais nova e não vacinada, a verdade é que os testes variaram entre 1 e 0.

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