Estou Muito Longe De Ser Fã De Rui Rio…

… mas ainda sou menos daquela tertúlia manhosa que se juntou em torno de um Paulo Rangel, incapaz de resistir a ser um vaidoso testa de ferro de outrem. Rio é uma desgraça, sempre pronto a fazer de bengala de Costa, para além de também ter uns cromos muito duvidosos e nada impolutos na equipa. Mas as 50 ou mais sombras de Rangel precisavam urgentemente de uma lição de humildade.

Há Sempre Um Novo Nível De Vergonha

Neste caso foi no futebol português. Mais uma vez. E o seu protagonista principal teve o desplante de sair encenando ar compungido e lacrimoso. Quando conhecemos o seu perfil desde os tempos da PT e dos meandros dos esquemas socráticos para a comunicação social. Não há vassoura que leve esta malta de uma vez por todas do “palco”.

Uma Certa Desilusão

A exposição sobre Hergé na Gulbenkian. Muito espaço, mas pouca uva, mesmo antes de espremida. Algumas coisas interessantes, mas reforce-se o “algumas”. Nem sei bem se serve de introdução a quem o desconhece, porque a quem conhece autor e obra, fica a saber a pouco, mesmo a muito pouco. Salve-se o catálogo a preço decente, em especial devido ao encarte original com a presença de Hergé em publicações portuguesas.

Valham-nos outras coias, como este vídeo engraçado com a geografia das aventuras de Tintin.

Sábado

Lamento repetir-me, mas cansa-me muito ver e ler as “lideranças” a falar muito em “trabalho colaborativo” quando do que se trata é dos outros fazerem o que el@s querem que se faça. Vem isto a propósito, mais uma vez, de “líderes” que se mostram muito nas redes sociais a apelar ou a pugnar pelo “espírito de equipa”, com apresentações modernaças e coisas assim, tipo slogans de gente conhecida, mas que têm da sua prática uma perspectiva muito peculiar e diferente da que aprendi quando as palavras tinham alguma substância e não eram apenas floreios.

Lá está, prefiro muitas vezes certas solidões do que determinadas companhias. Ao menos, quando falha alguma coisa, não vou logo culpar o seferovic.