Vá Lá Que Não É Apenas Por Cá (Embora Não Esteja Fora De Cogitação Nomear Uma “Força Da Tasca” Para Estudar O Fenómeno)

Poderia dizer que é por causa do micro-clima de Sintra, mas já dei por isso em outras paragens e nem é de agora. Fico sempre um pouco curioso com a forma como estas amostras são seleccionadas.

Por outro lado, o título do Observador merecia um retoque para que a primeira tentação não seja gozar com o estudo mundial “realizado em Sintra”. Deve ter sido escrito por alguém que também está a experimentar alguma erosão de competências.

Estudo mundial realizado em Sintra revela decréscimo de competências ao longo de percurso escolar

(…) O estudo foi apresentado esta sexta-feira em Sintra e analisou as competências sociais e emocionais de milhares de alunos, de 10 e 15 anos, em 10 cidades de todo mundo, concretamente de Portugal, Itália, Finlândia, Turquia, Rússia, Coreia do Sul, China, Canadá, Estados Unidos e Colômbia.

6 thoughts on “Vá Lá Que Não É Apenas Por Cá (Embora Não Esteja Fora De Cogitação Nomear Uma “Força Da Tasca” Para Estudar O Fenómeno)

  1. Fenómenos para todos os gostos

    O resultado da sintrense investigação acaba de chegar ao nariz do Coxa . E, como inveterado empirista ( faz parte do CG do Ajuntamento de Traseiras ), tece loas aos resultados do estudo: “Porra! É verdade! A canalha anda na escola para desaprender. Atão ná é que o meu neto, que sempre me ajudou na venda, quando andava na escola primária fazia as contas da mercearia de cabeça e agora com 15 anos tem de contar pelos dedos?! E já nem falo nas competências sociais – querem expulsá-lo dos juvenis do Sprortengues de Traseiras. No último jogo viu o cartão vermelho “

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  2. Dá a sensação que esta gente não é de cá! Que vive numa bolha muito protegida do mundo real.
    Sou invadido pela mesma sensação de cada vez que os vejo inaugurar eras digitais e centrais solares.

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  3. Diz o Zarolho:
    Estamos desgraçados—
    Esta pseudo-elite tem cataratas: não enxerga ( nem se emxerga)!
    Como é analfabeta também não lê (nem pode ler) o estudo cientifico de Sintra,
    Ai os meus netos!!!!!

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  4. Tenho andado a pensar numa “Ground-Force” em vez de “Task-Force” para comandar os destinos da Educação e do Ensino em Portugal! Depois de tantas experiências peregrinas, avulsas e sem destino á vista, why not? Depois de um militar da marinha, que mergulhou com sucesso nas profundezas do oceano da Saúde, nada como um militar musculado do campo de batalha, com um espirito “terra-a-terra”, para nos guiar por outros caminhos a desbravar na educação.
    Gostar de ler, da cultura, da ciência, de estar informado, etc. é bom e faz bem à mente, e eu adoro, mas por vezes dou comigo a pensar se, em excesso, não fará mal a certas pessoas, a muitos iluminados dos gabinetes das teorias da Educação que se elevam tão alto na sua erudição e sapiência (e soberba) até que ficam demasiado longe do chão da realidade. Por isso, em vez de “Task-Force” talvez fosse melhor arranjar uma “Ground-Force”… Alô, Terra!

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