Redes Sociais e Movimentos Anti-Vacinas

O mundo real, fora das “bolhas” é outra coisa. Não sei bem a quem é que meteram um chip na moleirinha.

Social media use has become a mainstay of communication and with that comes the exchange of factual and non-factual information. Social media has given many people the opportunity to speak their opinions without repercussions and create coalitionS of like-minded people. This also has led to the development of a community know as anti-vaxxers or vaccine deniers. This research explores the extent to which vaccine knowledge has reached on social media.

Analysis of the Anti-Vaccine Movement in Social Networks: A Systematic Review

Supporters of the antivaccination movement can easily spread information that is not scientifically proven on social media. Therefore, learning more about their posts and activities is instrumental in effectively reacting and responding to the false information they publish, which is aimed at discouraging people from taking vaccines.

11 opiniões sobre “Redes Sociais e Movimentos Anti-Vacinas

  1. Car@s coleg@s, na opinião de um simples e anónimo cidadão, falta um estudo mais exaustivo, independente, isento e imparcial, entre a “versão oficial” e a “versão real” dos factos, dos testemunhos e dos dados numéricos. Falta também uma grande investigação jornalistica internacional de um grande consórcio de jornalistas pesquisadores da verdade dura e crua, para um melhor conhecimento de todos e a tomada de melhores decisões individuais, baseadas em informação verídica e inquestionável. Alguém sabe os efeitos/sequelas a curto e a médio prazo? E a longo prazo (muito menos)! Sugiro o visionamento do link da CNN dos EUA, para um debate mais plural, abrangente e democrático possível: https://www.youtube.com/watch?v=EJhR5YuJbtQ

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  2. Como um grande médico português disse, “trata-se de uma doença bebé”! O que ignoramos é maior do que aquilo que sabemos. As incertezas da ciência têm de ser comunicadas, do cientista português Pedro R. Na mesma senda, a 2.ª geração de vacinas ou comprimidos, vão atacar diretamente o vírus e não outros órgãos e células. “Nunca se mente tanto como antes da eleição, durante uma guerra*, ou depois de uma caçada. Bismark, dixit.
    *guerra convencional ou não convencional, contra um inimigo invisível.
    O hoje, começou ontem! Alguém tirou ilações do filme “Contágio”, de 2011? Afinal, a História alerta para as pandemias que ciclicamente aparecem, desde há 2050 anos atrás!
    Só estamos a ver a ponta do icebergue!
    Cientistas, força, continuem a investigar um antiviral ou uma vacina que ataque diretamente o vírus e não outros órgãos, vasos sanguíneos e células boas.

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  3. Correção: O hoje, começou ontem! Alguém tirou ilações do filme “Contágio”, de 2011? Afinal, a História alerta para as pandemias que ciclicamente aparecem, desde há 250= anos atrás!

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  4. Correção: O hoje, começou ontem! Alguém tirou ilações do filme “Contágio”, de 2011? Afinal, a História alerta para as pandemias que ciclicamente aparecem, desde há 2500 anos atrás!

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  5. Pergunto: o que a Europa e o resto Mundo aprenderam com a Gripe Pneumónica, por cá, mais conhecida por Gripe Espanhola? Não desvalorizemos o histórico a História dos surtos pandémicos e os alertas deixados para sermos cautelosos, prudentes e prudentes!

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  6. Pergunto: o que a Europa e o resto Mundo aprenderam com a Gripe Pneumónica, por cá, mais conhecida por Gripe Espanhola? Não desvalorizemos o histórico a História dos surtos pandémicos e os alertas deixados para sermos cautelosos, prudentes e anteciparmo-nos aos acontecimentos, para minimizar os estragos na medida do possível?! Quantas pandemias, foram transmitidas dos animais aos Homens e/ou às mutações dos vírus? Enquanto o Homem desprezar o saber histórico acumulado e não valorizar mais a História, enquanto ciência, as tragédias vão-se repetindo, com outros nomes, protagonistas, locais, espaços, cadeias de transmissão e…outras ERAS vão acontecendo, permanecendo indelével a essência do Homem, dos Animais e Mãe-Natureza. Existem 4 grandes competidores implacáveis: o Ser Humano, as bactérias, os fungos e os vírus!

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  7. Este vírus não é detectado nos testes que as equipas de futebol realizam e ataca principalmente nos aviários.
    Ataca reis, rainhas e presidentes e nem o filho de Deus respeita.
    Dele se queixam não só os hipopótamos (a obesidade é mesmo um factor de risco), mas também os crocodilos lacrimejantes nas margens do Tamisa ou do Amazonas.
    Faz perder a memória, de modo que facilmente se pode ser reinfectado por ele.
    Mas de toda a ciência provisória que sobre o assunto está publicada, há um assunto que permanece por esclarecer: a tendência que o vírus tem para se alojar em gajos com penteados esquisitos.

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