Em Tempos De Campanha Bate Uma Amnésia Do Caraças

São coisas destas que, queiram ou não, desacreditam a política, revelando o quando não passa, em tantos casos, por mero oportunismo. Nem merece o tempo de ir ao google buscar as vezes em que David Justino alinhou na desvalorização e apoiou quem a promoveu. Desde a amizade com Maria de Lurdes Rodrigues e o apoio à generalidade das suas medidas quanto à carreira docente ao apoio ao indecoroso processo da PACC durante o mandato de Nuno Crato. Não esquecendo aquela medição a olho dos professores que nunca o deveriam ter sido, a enorme preocupação em apresentar custos inflacionados sobre a redução dos alunos por turma (em que só contava com a despesa bruta, ignorando a receita fiscal que cativa logo mais de um terço dos salários nominais) e a imensa ambiguidade em relação à reposição do tempo de serviço congelado.

Há ambições do caraças, pelas quais há seja capaz de tudo e o seu contrário, uma e outra vez.

(penso que será uma rasteira falar em prefácios, certo? até porque acredito piamente que terão sido graciosos e desinteressados)

8 opiniões sobre “Em Tempos De Campanha Bate Uma Amnésia Do Caraças

  1. São sempre muito amigos quando não estão a desempenhar os cargos. Quando lá se conseguem instalar …. Afinal havia isto e aquilo … que impossibilita isto ou aquilo.
    Conversa da treta … mas dita com ar sério.
    Este David é para esquecer. O mal ? É a permanente falta de vergonha. Enquanto as pessoas não forem colocadas nos cargos por competência…
    Maldita política.

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  2. O canto da sereia. Mas uma coisa é certa: nunca no tempo do Crato se viu gente nas salas de professores a entrarem em desespero com tanta grelha e impresso. Fizeram-se cobrar bem, os gajos do PS, em troca de meia dúzia de tostões que o descongelamento representa para o OE. E com tamanha sobrecarga para cima dos zecos matam-se dois coelhos: enchem-se os cofres da universidade do PS, da Pró-I, da cósmica avença e do seu departamento e aproveita-se para lançar a confusão nas escolas. A única coisa que um professor comum sabe é que tem de justificar cada negativa que dá (como se um médico de família tivesse de justificar a morte de um seu paciente…) e perante 80, 120 ou 130 alunos, diz-lhe o bom senso que o melhor é fazer vista grossa a tantos inconseguimentos, a não ser que tenha fetiche por verborreia em torno das palavras “empenho”, “interesse”, e agora “aprendizagens”. O mais curioso é haver gente que sente uma enorme gratidão pelo que o Costa fez, mesmo ficando encalhado nos quarto e sétimo escalões. Então os que entraram para o quadro nos últimos seis anos têm dívida eterna para com o PS, mesmo que essa vinculação também tivesse necessariamente que acontecer com um outro governo qualquer. Que o diga o ex-patriarca dos contratados e ex-subDGAE. Para os diretores, os tempos têm sido fabulosos, com tanto papel para mostrar aos senhores inspetores e tanto burro de trabalho derreado e sem reação.

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