Here Come A Riddle

Here come a clue…

O que faz um histórico director (quase três décadas!) de uma escola pública de topo, perto de esgotar os seus mandatos, elogiar fortemente a defesa da “liberdade de escolha”, do cheque-ensino e, mais ou menos indirectamente, do ensino privado com base em argumentos há muito desacreditados (“We find that school choice is associated with higher levels of segregation of pupils from different socioeconomic and ethnic backgrounds between schools. This finding is consistent across all types of choice mechanism, in different countries and cities, and across choice systems that have been in place for different lengths of time.”)? Será apenas falta de leituras? Ou… com alguns anos ainda até à aposentação, ensaia-se uma mudança de “contexto”?

11 opiniões sobre “Here Come A Riddle

  1. E o Lemos esqueceu-se de algo muito importante (ou não? 🤔), com a carreira docente na mão de privados, a falta de professores (minimamente qualificados) será a regra. (E lembrei-me de uma jovem professora licenciada em património cultural que “dá” as aulas de história às turmas do 10º e 11º num colégio de Cascais, no 12º ano a turma passa para o único professor formado em história da casa)

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    1. A mistura de municipalização do sector público em tempo de escassez de professores (e com portas abertas para a contratação local de “técnicos” fora dos concursos regulares) com o aumento de um sector privado quase sem regulação, é algo com efeitos “explosivos” ao fim de uma rodada de escolaridade obrigatória.

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