15 opiniões sobre “E Quanto Ao Pessoal Não Docente?

      1. Os números do comunicado não se referem ao universo total de docentes e não docentes. Só cerca de dois terços fizeram testes. Há ainda que ter em conta que há pessoal em isolamento, não porque tenha testado positivo mas porque coabita com casos positivos.

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  1. Estava tudo tão empolgado com a necessidade do regresso presencial, à escola e, agora andam fora e dentro, constantemente e ninguém diz nada!!! Ai, eleições a quanto sacrifício, obrigam!

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  2. O que perturba não são os casos positivos . O que perturba é pessoas sem sintomas não irem há escola.
    Bem… Logo logo mudam a agulha e depois todos irão concordar .

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    1. Logo, quando?
      O Simas já anunciou com aquele charme pós-balzaquiano que está bêêêêêm. Endemia e coiso, vamos viver com a covid como uma concubina indesejada, mas tolerável mesmo sem véu.
      (ouvir com sotaque lisbo-queqe blasé)

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    2. Eu só espero que este sr. não seja professor de Português nem tão pouco lecione alguma coisa… pois deve ser deve ser diretor, não tem qualificações para professor… “irem há escola?”

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  3. Pronto lá vem os preconceitos dos betos de Lisboa.

    Foca-te na mensagem e não no pacote.
    Foca-te nas evidências e não em vivências do passado, onde não existia vacina e o vírus era agressivo para alguns.

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    1. O problema é que as evidências me mostram que a nova variante passa pelos intervalos da chuva e que qualquer imunidade de grupo (com ou sem vacinas) até à delta não é eficaz agora.
      Ou seja, muito a sério e sem gozos, chego a três evidências decorrentes da anterior:

      1) Nada garante que uma nova variante seja mais benigna, a menos que estejamos numa de pensamento mágico. É provável, mas não certo.

      2) Consequentemente, qualquer estratégia de “vamos todos contaminar e isto fica resolvido” não tem garantias de validade.

      3) Embora esta geração de vacinas não garanta uma “imunidade” contra a ómicron, pelo menos serve para a “pancada” ser menor em muita gente.

      Isto é o que tenho a dizer, agora, com base nas evidências, sem nenhum sarcasmo.

      Quanto ao Simas, que gostei de ouvir no início, com aquele ar pachorrento, quando me concentrei na mensagem, percebi que ele ora diz uma coisa, ora outra, falhando tantas quanto os outros, exactamente porque a situação não é de fácil previsão. E passei a tomar mais atenção à displicência do homem.

      Perante isso, prefiro comportamentos preventivos a adivinhações, por cuidada que seja a sua roupagem.

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  4. No meu agrupamento, em cerca de 70 profes, cerca de 12 a 15 estão em casa, porque testaram positivo. Uma colega de Físico-Química «deu» ontem 9 horas de aulas, 6 ao mesmo curso profissional, para preencher os buracos dos professores infetados.

    Relativamente aos alunos, há uma turma de cerca de 20, dos quais apenas 4, hoje, foram às aulas.

    Quanto aos betos, eu sou do Portugal da raia e tenho visto cair, num meio bem pequeno, gente todas as semanas, incluindo malta da minha idade. ‘Bora lá infetarmo-nos todos, que aproveitamos para uma espécie de novo Darwinismo social e baixamos a idade da reforma.

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