Estava Mesmo Agora A Pensar Escrever Uma Coisa

Mas depois ainda vão dizer que ando a gozar com o trabalho alheio. Realmente, há quem tente muito carpinteirar sem nunca ter tido jeito para a coisa ou sequer passado por uma carpintaria e depois saem cadeiras com duas pernas, que com três ainda dá para aguentar. Mas nunca é tarde para se começar e até pode ser que dali saia bom artesanato, mas só depois de muito treino. É que nem dá para considerar que é uma versão beta, parece mais versão gama (a paciência). Talvez com uma formaçãozita em marcenaria aplicada.

(este post foi feito mesmo a pensar nos mirones… 😛 )

A Ler, Antes De Falar Sobre O Conflito Russo-Ucraniano, Fronteiras, História E Outras Coisas Enciclopédicas

Para não dizerem disparates como o Daniel Oliveira que, como muitos outros, sempre deve ter achado que a História, quando não conta a história certa, é uma coisa muito chata e complicada, pelo que então deve retorcer-se ao sabor das nossas simpatias. Putinescas ou anti-putinescas, não é isso que vem ao caso, que este caso até é do lado ocidental das fronteiras ucranianas. O livro tem tradução nacional, embora seja mais caro que o último do Raul Minh’alma ou do Rodrigues dos Santos. Ou qualquer coisa de um qualquer tudólogo mais na moda.

The city of Lviv occupies an important place in this story. Through the nineteenth century, it was generally known as Lemberg, located on the eastern outskirts of the Austro-Hungarian Empire. Soon after World War I, it became part of newly independent Poland, called Lwów, until the outbreak of World War II, when it was occupied by the Soviets, who knew it as Lvov. In July 1941, the Germans unexpectedly conquered the city and made it the capital of Distrikt Galizien in the General Government, known once more as Lemberg. After the Red Army vanquished the Nazis in the summer of 1944, it became part of Ukraine and was called Lviv, the name that is generally used today.
Exceptionally, if you fly to the city from Munich, the airport screens identify the destination as Lemberg.
Lemberg, Lviv, Lvov, and Lwów are the same place. The name has changed, as has the composition and nationality of its inhabitants, but the location and the buildings have remained. This is even as the city changed hands, no fewer than eight times in the years between 1914 and 1945.

“E Depois Os Nazistas Mataram Muitos Poloneses”

Só estou a dar 6º ano, pelo que não foi comigo, mas é sempre um must, em especial porque nem se trata de alun@s de origem brasileira, mas apenas de tugas dominados pelo algoritmo googlento.

Ou então é o AO22, o mesmo do “Concelho Europeu” de que, afinal, a culpa nem é do tradutor.

Todos Conhecemos Os Pombos-Correio, Certo?

Aquelas pessoas sempre prontas a levar daqui para ali o que ouvem ou sabem e que podemos usar, sem que sequer percebam, para levar a informação que nos interessa que seja plantada algures? Porque não prestam apenas aqueles serviços dispensáveis da coscuvilhice. Por vezes, são de uma utilidade inestimável.

3ª Feira

Parece que o Presidente e o Primeiro Absoluto “repudiam” as atitudes de Putin e mais do que isso fazem-nos “veementemente”. A vantagem deste tipo de verbos e em especial de advérbios que dão a entender um estado de grande intensidade emocional (veementemente, mas também “absolutamente”, “radicalmente” ou aqueloutro derivado “irrevogavelmente”) é que parecem esgotar todo o arsenal reactivo disponível, absolvendo as criaturas falantes de qualquer acção concreta a esse respeito. Veja-se tanta gente que recusa “veementemente” ou “absolutamente” o modelo de avaliação, mas que pretende aperfeiçoá-lo; que abomina “radicalmente” o modelo de gestão escolar, mas é só aparecer-lhes um lugar à sua sombra e tergiversam; que estão contra as monitorizações e burocracias, mas é só meter-lhes um excel ali em frente. Mudam logo “veementemente” de posição, em nome da “responsabilidade” e da “construção de soluções”.