Leituras

Putin’s Aggression Leaves His Right-Wing Fan Club Squirming

The Russian strongman has for years been idolized by a Who’s Who of populist, nationalist leaders. They are now stumbling over what to say.

How Ukrainian defiance has derailed Putin’s plans

It’s too early to describe the Kremlin operation as a failure, but it has not succeeded yet in its mission to seize and subjugate its neighbour

What if Putin attacks NATO next?

The Russian president has shown he intends to achieve his objectives by any means necessary.

Welcome to Cold War 2.0. It won’t be easy

No matter how Vladimir Putin’s invasion of Ukraine ends, it already marks a turning point in history: the end of a 30-year period of relative peace in Europe and a return to hostility between Russia and its neighbors — a kind of Cold War 2.0.

If we’re lucky.

Lá Por Fora

Will There Really Be a Mass Exodus of Teachers?

Survey after survey says the same thing: Teachers are tired and stressed—and ready to quit. But will the nation really see a mass teacher exodus in the coming year?

Typically, 8 percent of teachers leave the profession every year. There’s no national data yet to say whether teachers have left the profession in the past two years at a higher volume, even though multiple recent surveys have sounded the alarm that teachers are preparing to head for the exit. In one stunning example, the National Education Association surveyed about 3,600 of its members in January and found that 55 percent of respondents said they are more likely to leave or retire from education sooner than planned because of the pandemic.

“This is a five-alarm crisis,” NEA President Becky Pringle said in a statement, adding that the staff shortages in schools have left teachers burnt out and unable to give students the one-on-one attention they need.

O Primeiro Passo

O Conselho de Escolas “recomenda” algumas coisas sensatas, como a realização de exames no Secundário apenas nas disciplinas ligadas ao acesso Ensino Superior. O resto, em especial quanto ao Ensino Básico, oscila entre alguma sensatez e a abertura da porta para o fim das provas de avaliação externa com algum impacto na progressão dos alunos. Porque as provas de aferição, como existem, são apenas um pretexto para manter algumas equipas de trabalho no IAVÉ. Se tanta gente aparece por aí a dizer que está tudo “normal”, que as escolas estavam preparadas para isto, aquilo e aqueloutro, que lógica tem eliminar as provas finais de 9º ano? Será que é apenas um véu para acabar com os rankings que tanto incomodam certas sumidades?

Pena que não tenha ainda tudo tempo para recomendar nada acerca da situação da escassez de docentes. Afinal, os professores não passam de auxiliares dos directores na implementação dos normativos centrais, certo? Sem provas finais ou qualquer outra avaliação externa, ainda se torna mais fácil produzir sucesso até aos 103,2%.

Domingo

Subitamente, a pandemia desapareceu, mesmo se uma semana de óbitos de/com covid (20-26/fev) ultrapassou as duas centenas, um pouco acima das mortes oficialmente registadas até ontem na invasão da Ucrânia pela Rússia. O movimento que contestava a “realidade” pandémica rejubila e parte dos seus membros passou agora para a “negação da invasão”, ou para a sua justificação. A comunicação social mudou as tarjas e isto é apenas a demonstração de que em busca de audiências – em nome da “actualidade” – os temas prioritários são muito volúveis. Multiplicam-se os especialistas em História russo-ucraniana, a maior parte deles comprometidos com uma visão particular das coisas e alguns mesmo com uma assinalável capacidade de truncagem dos contextos e antecedentes históricos, parecendo que a mentalidade lhes parou ali por alturas da Conferência de Berlim. Só muda o continente que estão a fatiar, porque os argumentos pouco mudaram.