8 opiniões sobre “Uma Leitura Interessante

  1. Mas quem disse que com esta guerra e invasão os russos pretendiam mais do que conseguiram até este momento? Assim, quais os termos de comparação ou os valores de referência?

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      1. Mantenho na íntegra o meu anterior comentário — que, aliás, a sua resposta confirma, meu caro Paulo. E aproveito para esclarecer que o conceito “tigre-de-papel” está aqui a ser utilizado de um modo absolutamente descontextuado, tratando-se, como se trata, de um conceito político e não militar — aplicável não a uma circunstância concreta, mas sim à História.
        Esclareçamos: odeio guerras, estive numa e, não sendo operacional, isso me bastou. As guerras só são boas, quando o são, no cinema. Mas não nos enviem das guerras reais o “cinema” que delas nos querem fazer chegar, por favor!
        Vejam o “Platoon”, será um bom começo…

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        1. Meu caro, vi o Platoon, o Apocalipse Now, bem como outros filmes sem ser sobre o Vietname, talvez menos “coreográficos”.

          Não é nada disso que está em causa.

          Admito “guerras justas”, mas são sempre de acordo com uma perspectiva. As “guerras de libertação” do colonialismo, por exemplo, eram consideradas justas por muitos e por alguns o combate a elas.

          A questão é… analogias ou não, defender-se objectivamente o lado de um agressor que só por manifesta hipérbole ou paranoia se poderia considerar “ameaçado”.

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          1. Que aconteceu à Irlanda, que desapareceu da nossa conversa?… E que é isso de uma “guerra justa” dos dois lados em confronto?!… Isso significa a anulação do próprio conceito! Ela é justa, de um lado, na mesma medida em que, do outro, é injusta — nem mais, nem menos. Se é que queremos que as coisas possuam ainda algum sentido…

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  2. Parece que o putin e os seus militares conseguiram, até agora, o que queriam ao invadirem a Ucrânia, nomeadamente, milhares de soldados mortos, centenas de tanques destruidos, e 7-sete-7 militares de alta patente mortos (para nãofalar da destruiçãoe de alvos civis e dos crimes de guerra cometidos) . Faz lembrar a anedota do gajo que tomba pelas escadas abaixo. Quando chega alguém para o socorrer ele levanta-se impertigado e diz “Ó amigo, cada um desce as escadas como quer!”

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  3. Por favor, amigo Paulo, não vamos “complicar” as coisas, porque a hipótese que me coloca empurra-nos para uma “guerra-justa”, imagine, uma designação que parece contraditória nos seus termos: se é guerra não é justa, se é justa não é guerra! Ou será que as coisas não são bem assim? E onde se situa o meu paleio de ser contra todas as guerras? Todas, mesmo? Mesmo contra as guerras anticoloniais de libertação? Se o Eire, a República da Irlanda, invadir a Irlanda do Norte, sendo esta a última colónia do ex-Império Britânico, e ainda por cima na Europa, levando com isso à unificação da ilha irlandesa, quem verdadeiramente se sentiria chocado com esse facto? Pouca gente, com seriedade; certamente os mesmos, como é previsível…
    Mas que raio de exemplo trouxe para esta “conversa”, meu caro Paulo! E foi por acaso ou…?

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  4. (…) e também serve o “Nascido para matar”, de 1987, do Stanley Kubrick. É que, por mero acaso, estou agora a revê-lo, canal 64, FoxMovies. Aproveitem!

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