É Sempre Tudo Muito Relativo

6ª feira, dia 29 de Abril:

OE 2022: Costa diz que descida do ISP vai reduzir 20 cêntimos por litro nos combustíveis

Domingo, 1 de Maio:

Desconto adicional no ISP tira 14,2 cêntimos por litro ao gasóleo e 15,5 cêntimos à gasolina a partir de segunda

Por este andar, amanhã andará nos 12…

Domingo

Hoje, a “reitora” procura branquear nas páginas do Público a imagem de quem não passa de uma nódoa. Felizmente, não tenho acesso ao texto completo, pois, apesar de ter escrito para lá desde 2008, nunca tive qualquer assinatura oferecida ou acesso aos conteúdos “exclusivos”. Também por isso, não sei se ela explica como, chegada ao Isczé e passando a coordenar mestrados e doutoramentos, convidou divers@s jornalistas para lá irem desenvolver estudos e teses sobre políticas públicas (num par de casos tive o testemunho directo das pessoas). Como, desde então, a preocupação tem sido consolidar o nicho académico do PS e conseguir financiamentos para projectos e investigações com uma agenda política clara. Pode negá-lo, mas também sabemos como é a sua coerência, entre o que diz e o que faz. Como tenho uma estima muito especial pela Bárbara Wong, prefiro ficar sem saber se houve a capacidade para fazer MLR ir além de chavões plenos de vacuidade – a senhora não é propriamente um poço de sabedoria, escondendo isso atrás da arrogância e outrora da encenação de uma convicção que lhe serviram já preparada – como afirmar que a falta de professores é um questão de “gestão de recursos”. A sério? E eu a pensar que era um problema de culinária ou de jardinagem!

Sobre a pouca vergonha da Parque Escolar, alguma perguntinha? Não sabia de nada, claro. Ou até nem tem interesse em saber, como com o resto.

Não é só por cá que medíocres chegam a posições de grande poder por terem sido operacionais políticos eficazes, mas é cá que vivo e por isso que me incomoda que se ajude a colocar roupagens aceitáveis em tão triste figura. MLR é “reitora” do Isczé porque se sabia que era a figura certa para os financiamentos certos. Ir além disso é entrar no mundo da ficção. E apresentá-la como exemplo do “empoderamento” feminino é abusar mesmo da nossa inteligência.

(tinha aqui umas coisas a escrever sobre certos favores da “senhora” quando esteve na FLAD, mas é melhor ficar calado… já me dizem que mesmo assim, em contenção, sou desagradável e faço pouc@s amig@s…)