A Sucessão

Mário Nogueira vai continuar à frente da Fenprof, mas com dois adjuntos

Agora, uma dose cavalar de tretas, como aquela de querer voltar a dar aulas antes de se reformar. A verdade é que não sabe fazer mais nada e quando sair, alguém lhe vai oferecer um poiso académico, a fingir que é um grande mestre de estratégia e culinária.

Isto faz lembrar as “vagas de fundo” do Alberto João Jardim e do Pinto da Costa.

No congresso de junho de 2019, quando foi reeleito, Mário Nogueira disse que aquele seria o seu último mandato.

“Os nossos sindicatos, de uma forma algo insistente, foram-me abordando para que continuasse mais este mandato, também por causa da situação que nós temos no país, a situação política, a necessidade de organizarmos essa ação”, contou.

No entanto, para si, “um mandato mais não poderia ser um mandato igual aos outros”, teria de ser “um mandato de transição, um mandato de coadjuvação, porque os tempos passam e os tempos também são outros”, e, nesse sentido, surgiu a proposta de alteração dos estatutos.

Mário Nogueira admitiu que, “se a alteração não fosse aprovada e a solução fosse continuar sozinho, a fazer um trabalho que vai ser cada vez mais exigente”, não teria condições para continuar, “até pessoais”.

19 opiniões sobre “A Sucessão

  1. Este Nogueira foi dirigente da Ac. Coimbra da secção de hóquei em patins, mas como o tacho era fraco ou mesmo nulo, esteve pouco tempo… para além de ser um mau exemplo como dirigente!!!!

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    1. O sr. Nogueira “dirigente da Ac. de Coimbra” ?? Ahhh!!

      O pobre, se nunca pôs um pé na Universidade, como poderia ser dirigente da “minha” Académica ?
      Ou queria dizer magistério primário?

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  2. Cada classe profissional tem os sindicatos (e respectivos dirigentes) que merece.
    Milhares de colegas nossos continuam a trabalhar e a descontar quotas para que estes parasitas não façam nada. Como explicar tal imbecilidade?

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  3. Estas reuniões que vão fazer com os sindicatos só vão servir para os do costume darem ainda mais poder aos diretores. Coreografias para validar atropelos!
    A vida de quem é doente (e não se é porque se queira) passará a ficar exposta ao sol pela mão dos próprios diretores e com bênção sindical.
    Eles já tudo podem e tudo dominam. Queres ver que agora até vão querer ser autoridades médicas arvorando-se em padres cura de confessionário?!
    A saúde é um bem demasiado precioso e as misérias que a falta dela provoca são demasiado íntimas para ficar nas mãos de quem não é médico e tem objectivos e interesses muito distintos daqueles que de alguma forma procuram minorar o sofrimento.
    Não é o ME nem o diretor que têm interesse na saúde de quem vai fazendo os possíveis para manter uma vida “aparentemente normal” dentro das limitações que lhe são inflingidas pela doença.
    Que vergonha, até se inveja quem está doente! Que pequenez deste dividir para reinar.
    Política de sacristia, de beatas e de bufos em torno do todo poderoso. Portugal aldeeiro de outros tempos! Sempre prontos a colocar mais poder no antidemocrático sistema de gestão que ninguém faz cair por terra de uma vez por todas!
    Ser professor é nobre e digno. O resto vive à custa disso!

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    1. Se o ME e o seu braço armado ( sistema de gestão) tivessem interesse na saúde física e mental dos professores acabavam com as políticas de perseguição dos últimos 15 anos.
      Reduzir número de alunos por turma, devolver o tempo de serviço roubado, acabar com quotas, estipular democraticidade e rotatividade no sistema de gestão, acabar com a promoção da ignorância através de maias, flexibilização, DL 54, fazer concursos justos para colocação de professores e antecipar idade de reforma numa profissão de desgaste rápido.

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      1. Sim, o modelo de gestão, com as suas metástases (os lambe-botas d@ diretor@) é o verdadeiro cancro das escolas. A isto o sr Nogueira diz… NADA!
        Agora, com as previsíveis alterações aos concursos, será ainda mais dramático.

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      1. A minha consternação não tem que ver com o post. Pessoalmente, gostaria de ver uma nova liderança na Fenprof. No entanto, só houve uma lista. MN devia manter-se? Preferia que desse lugar a outro. Mas… o que não suporto é o discurso anti-sindical, que grassa na nossa classe. Uma coisa é ser-se crítico dos sindicatos (o Paulo é, e eu também), outra é achar que sem eles tudo estaria melhor. Pior: que eles são os culpados de tudo o que está mal.

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        1. A referência à IL tinha em vista um dos comentários que está acima: “Cada classe profissional tem os sindicatos (e respectivos dirigentes) que merece.
          Milhares de colegas nossos continuam a trabalhar e a descontar quotas para que estes parasitas não façam nada. Como explicar tal imbecilidade?”

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    1. Sabe o que é mesmo mas mesno triste? Andar-se uma vida inteira nesta profissão e não se chegar a entender quem é quem e o papel de cada um. Ser feito de parvo(a) por estes mandaretes dos diversos partidos e achar que eles são mesmo sindicalistas. Isso é que é mesmo triste.
      Que eu nada tenho contra sindicatos. Tenho é contra falsos sindicalistas . E contra colegas acéfalos.

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