Para Quando Um Sistema De Quotas Para A Abjecção?

Há fraudes? Fiscalizem-nas. Não sejam cobardes, não se escondam atrás de truques. Ataquem o problema na origem. Como já esperava, passando para primeiro plano, o velho secretário/novo ministro revela-se. Ele, como outros, acabam por deixar vir à superfície a matéria de que são feitos lá bem por dentro.

Ministério da Educação propõe sistema de quotas para professores doentes

30 opiniões sobre “Para Quando Um Sistema De Quotas Para A Abjecção?

  1. “…participação ao ministério público”, como se os professores fossem criminosos!
    A estratégia “perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” ataca de novo, com os protagonistas de década e meia atrás e novas mentiras. Não esquecer: o SE que encabeça as “negociações” era o delfim do excremento lurdes rodrigues lá a Norte.
    Os professores não podem ter a memória curta

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  2. MpD

    “Sistema de quotas” para os malandros que querem fugir de “dar aulas” , manhosamente recorrendo a este expediente.

    E dentro da mesma localidade ?Então équié! A Rosalina anda , impunemente, “nisto” há vários anos. Para se livrar da canalha pequena, concorre para o Ajuntamento do outro lado da rua (verdade!) e prontos…Sabendo de antemão que lá não há serviço lectivo para ela, nem para os outros 92 excursionistas… vida regalada e o 22 garantido. Então para lá do Marão, num certo e ruidoso ” grupo de recrutamento”, nem é bom falar…
    E o dano que esta generalizada pouca vergonha causou ao erário público (a quem trabalha!) ? É só fazer as contas… Absolutamente inconcebível.

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    1. Se quiser, pode sempre mandar essa descrição documentada para o meu mail que eu publico, sem ser necessário “chuveirinho” de lama.

      Mas, por favor, se leio qualquer coisa em defesa do “erário público” começo logo a chamar o gregório.

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  3. Duas enormidades:
    – projeto de cotas para professores doentes!?…
    – agrupamentos com mais de 100 professores em mobilidade por doença?!…

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  4. Nem sei como esperam estabilidade no corpo docente assim. Com um filho autista, em casa, não numa instituição, e sendo QZP de uma área geográfica grande, com marido a trabalhar a 120km de casa, não pedindo ele qualquer destacamento… A resposta que me dão: há instituições que o recebem.
    Para o trabalho e enxovalho anual mais vale virar as costas a tão nobre profissão…

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    1. Fá-lo-ão. A culpa será atribuída aos diabos vermelhos, aos virófobos amarelos e aos egoístas dos indianos.
      É certo que isto não implica que o país perca o estatuto de beneficiário líquido de todas as guerras. O português tem muito disto, de sólido contribuinte e beneficiário líquido.

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  5. Eu gostava que me identificassem com clareza uma escola com mais de 50 professores com MpD.
    Atenção que não refiro sequer os 100 que por aí falam.

    Identifiquem, por favor.
    Tenho curiosidade.
    Quero saber se é mesmo assim.

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    1. Consta que em Bragança e em Chaves – grupo do 1º ciclo. Não sei os agrupamentos.
      Consta que para Barcelos, Viana – não sei em que grupos disciplinares. No que respeita a Bragança e Chaves foi-me dito por fonte sindical. Creio que só mesmo algum director poderá dar a confirmação uma vez que nem nas escolas sabemos quantos colegas temos por MPD e, mais ainda, quais os que estão por si, doentes, ou para cuidar da família prevista na lei. Mais não posso ajudar. Seja como for, é uma enorme sacanice tudo isto, e dentro dos mesmos concelhos há distâncias e distâncias. Fora o facto de os directores exigirem um relatório para saberem se quem chega, vem por si em MPD ou se por ascendentes ou descendentes, etc., quando nada está previsto e é sigiloso. Trata-se da boa fé de acreditarem no que é dito quando se apresentam. Recusar é abdicar do que é dito por lei que quem esteja em MPD por si, deve ser dispensado de componente lectiva , a não ser que o professor até queira turmas, se as houver.

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    2. Googlei: “Projeto educativo”+”mobilidade por doença”

      Apareceu isto:
      “57 colocados, em mobilidade por doença ao abrigo do Despacho n.º 9004-A/2016” – Escola Quinta das Flores

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    3. Em Bragança, o AE Emidio Garcia, o AE Paulo Quintela e o AE Miguel Torga. O número global aproxima-se dos 400, um número estranhamente anormal. Como são muitos, não há serviço para atribuir a todos. Outros exemplos há em Viseu, Viana do Castelo, Vila Real… Em geral, não são os colegas mais velhos que pedem esta mobilidade, são os mais novos que fazem deste pedido excecional a regra, ficando centenas de turmas sem aulas nos QZP de provimento. Este problema, já antigo, tem que ser resolvido, garantindo obviamente a proteção de quem verdadeiramente precisa.

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      1. Nunca duvidei que fosse gente mais nova. Percebo que é forma de voltarem para onde vivem, se estiverem em QZP’s de alentejo, Algarve, Lisboa, etc. E não duvidei porque a ser verdade este elevado número, só se justificaria de 90% de todos os professores do Quadro daquelas zonas Norte estivessem todos a precisar de MPD. Ironia: muitos dos mais novos têm há muito tempo sido desagradáveis e sou eufemística, a reinarem com os velhos e que estes deveriam ir para a reforma porque não fazem nada, Isto não invalida o que o Paulo diz: há outra forma que deveria ser usada para fiscalizar. E não, atacar deste modo tudo e todos.

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  6. Até porque não é será a última vez que os jornais fazem uma perninha ao poder! Parece-me um número absolutamente inacreditável: agrupamento com 100 professores em destacamento por motivos médicos…

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    1. Queres ver que os professores estão todos em MPD e não sabem!
      Estes comentários e a leviandade com que julgam os outros mostram o nível dos professores.
      Nota: não usufruo, felizmente, de MPD.

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      1. CJ: um anjo entre os professores (?).

        Julga por achar que estou a julgar os outros!

        E pretensamente não julga!

        Mas sim, julga, partir de uma superioridade moral de quem julga os que julgam … rematando com
        “… mostram o nível dos professores”!

        Parabéns: o seu nível., CJ, é doutro patamar!

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  7. A MPD no Metro?

    “É um trabalho monótono, muito desgastante, em que estamos o dia inteiro a respirar limalha de ferro”, explicou ao Correio da Manhã Diamantino Lopes, maquinista e dirigente da Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (FESTRU).

    É frequente, por isso, os maquinistas não continuarem a trabalhar no subsolo depois dos 55 anos, dado sofrerem de problemas de saúde, relacionados com a visão e audição.

    https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/salario-de-2500-euros-por-3-horas-de-conducao

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  8. Estou em DCE há 18 anos, doença incapacitante, com incapacidade acima de 62%. Órgão afetado pela doença – insuficiente renal crônica com hipertensão arterial.
    Fadiga/ cansaço provocada pela própria doença.
    Sempre estive perto de casa para poder trabalhar com dignidade, raramente faltei e tive sempre turmas.
    Hoje sinto-me morrer por dentro.
    Como podem fazer semelhante aberração? Sou das mais novas e irei ficar no fim da lista, irei parar a Km de casa.
    O resultado desta ideia luminosa irá colocar- me doente e em casa de atestado.
    Quero poder trabalhar com dignidade!
    Porque não fiscalizaram?
    Agora paga o justo pelo pecador.

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    1. No meu Agrupamento, entreguei um atestado solicitando algum “cuidado” na distribuição de serviço, pois sou doente crónico desde 2005. A direção mandou ás malvas o atestado. Sabe como faço? Infelizmente com prejuízo dos alunos, só marco consultas, exames e exames de familiares para dias em que tenho componente letiva…

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  9. No meu agrupamento são mesmo muitos, não consigo agora precisar quantos.
    Não estou em todas as escolas do agrupamento; logo…
    Vou falar do pouco que sei: segundo e terceiro ciclos (essencialmente) e secundário: muitos têm turmas, muitos com horário completo ou quase completo; outros dão aulas de apoio ou fazem uma “perninha” no primeiro ciclo para ocupação de alunos com necessidades educativas especiais; estão na Biblioteca (mas acho que aqui até já foram mais); ou em substituição para tomar conta dos alunos quando um colega falta… Mais haverá para acrescentar, mas não vou falar do que não sei.

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    1. Nesse agrupamento parece haver uma boa gestão.
      Aqui perto de mim, onde tenho um miúdo da família, há alguns colocados nessa mobilidade, sem turmas. Quando falta alguém ou enquanto se aguarda a colocação de um substituto os miúdos ficam no recreio ou vão até ao café da redondezas. Ótima gestão.

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  10. Protelar resolução de problemas de base, hipocrisias, desdém pelos professores, superficialidade de opções, incapacidade/falta de vontade de arregaçar as mangas a sério…
    Manutenção do regime de diabolização dos professores …
    Biscates e perninhas para denegrir ainda mais a escola pública …
    Injustiças atrás de Injustiças, manipulação atrás de manipulação…

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