9 opiniões sobre “Sinto Uma Certa Carência

  1. Espera que está na agenda dele.
    E na minha, só para chatear, quando tiver tempo está um textozinho para o Ministério Público.
    Haverá alguma correlação entre o projecto de destruição da escola pública e a promoção de negócios na educação? Ou seja: terminar o que Sócrates começou, mormente noutros ramos de negócios mais volumosos!

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  2. Não te vão faltar.

    Se há no Governo quem tenha capacidade para o fazer…

    Para falar, narrar, discursar, verbalizar, dizer, orar, comentar, argumentar, discorrer, verborreiar, palrar, cagar postas de pescada…

    ele é o Ás de Trunfo!

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  3. A Silly Season começa cada vez mais cedo (sim, claro, tem a ver com as alterações climáticas). Enquanto em Inglaterra se condecora um enfermeiro que tratou do Boris, por cá fecham-se algumas urgências de hospitais públicos, a inflação bate nos 8%, a ministra da agricultura diz que não vai faltar a farinha, o da educação apoia instituições que glorificam a ausência de professores nos processos de aprendizagem; na saúde, tirando aquela chatice das urgências, vá lá, que só estamos com uma gripezita; o josé antónio saraiva diz que com o salazar e com o cavaco é que foi; a guerra continua lá longe; as forças armadas parece que já chegaram aos quartéis (bom, Braga é um bocadito longe para alguns) e os setecentos e picos euros de salário mínimo dão muito bem para 15 dias na quarteira…
    No meio de tudo isto, a candura das famíglias que mandam nos vários ministérios desarma qualquer um!
    Tudo normal, portanto. Afinal continuamos com 35 graus e a bola ainda não acabou!

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  4. Portugal no seu melhor! Este fim-de-semana, algo mágico aconteceu: o PR empolgou-se tanto que começou em Braga a elogiar tanto os Portugueses que acabou em Londres a enaltecer a grandeza dos melhores países do mundo – “Reino Unido e…..Por…(os mais novos tinham cantado o hino nacional, todos aperaltados e aprumadinhos, mas acho que nem sabiam que era de Portugal) Portugal, claro!” Só gostava de saber a que medidas de grandeza se referia o PR… Logo a seguir, as TVs faziam soar todas as campainhas da falta dos serviços de urgência em vários hospitais, da sobrecarga de outros por falta de médicos, e em particular, das falhas nos serviços de obstetrícia, na sequência da morte de um bebé por alegada falta de pessoal médico! Em Portugal não se pode nascer, só morrer. Os bebés que queiram nascer em Portugal terão de esperar mais um pouco e emigrar para nascerem. Mas terão de rezar para haver avião a horas!

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  5. O PR do meu país, não o meu, fala de tudo e sobre tudo. Chegou a Inglaterra e começou logo a pedir aos enfermeiros para voltarem. Parece-me bem. Se cair uma árvore com o vento, na Amazónia, tem algo para g de exercer de imediato!
    JÁ LHE OUVIRAM UMA PALAVRA SOBRE A FALTA DE PROFESSORES OU SOBRE A FORMA COMO SÃO, TODOS OS DIAS, MALTRATADOS?
    (Desculpem as maiúsculas, mas só mesmo gritando!)

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