Trajectos

Ainda acerca de um dos assuntos sobre os quais escrevi ontem. Não é que este alguma vez tenha enganado muito, mas sempre fica mais à vista o que andou a fazer uns bons anitos.

Ahhh e tal… que uma coisa era a isenção e ética profissional e outra o que se decide fazer a dada altura da vida? Até poderia acreditar, se também acreditasse que quem os escolhe para estes cargos não faz isso com base na tal “confiança política”. E nestas matérias o Medina não brinca… ou não tivesse sido comentador avençado da TVI. Uma mão paga, desculpem, lava a outra e as duas enlameiam-nos a vista.

Ex-diretor de informação da TVI vai ser consultor de Fernando Medina

3ª Feira

Com nova temporada de add em desenvolvimento em pleno Verão, temos mais uma revoada de reclamações (e posteriores recursos) no horizonte. Com a prática dos últimos anos, as “partes” aprenderam que devem munir-se de argumentos com algum fundamento para atacarem ou defenderem as avaliações realizadas, mesmo se observo, novamente, uma manifesta inépcia por parte de algumas sadd, claramente formadas por gente que não pesca nada do assunto. neste processo, os serviços do ME deveriam ser neutrais e servir para aclarar pontos mais ambíguos das leis ou para esclarecer equívocos na sua aplicação. Só que, infelizmente, foi reforçado o seu papel, em particular da dgae, como braço “armado” do ME para deixar as direcções com as costas aquecidas em muitos dos desmandos feitos. Vai daí, ignora-se a lei no que ela ainda tem de garantias para os avaliados e manda-se que recorram para os tribunais, como se isso fosse célere e pouco dispendioso.

Eis apenas uma das trocas entre um@ avaliado e a dgae no E72, serviço que ainda no ano passado funcionou, até dado momento, com alguma isenção, mas agora quase se limita a remeter para os diplomas cuja interpretação suscita as disputas para cuja resolução se pretende ajuda. Para isto, mais valia ter mesmo implodido.