Pois…

Mas há quem diga que têm imenso trabalho. Em especial, quando se encena esse mesmo trabalho ou se concentram funções, para dar a sensação de ocupação plena. Se fosse assim, não sobraria tempo para outra actividades externas, políticas ou para-profissionais, de autarquias à gestão de centros de explicações ou de atl, mesmo se nem sempre com sucesso.

Uma turminha chegava para mostrar o que se vale e se o que se postula é praticável, para além de ajudar a reduzir a carência de professores, que ora existe, ora não existe. Claro, se não for feita e escolhida a dedo.

Teachers Want Their Administrators to Teach. Here’s Why

4 opiniões sobre “Pois…

  1. A, pensada, estratégia do monstro, maria de lurdes rodrigues, está agora em pleno. (Não se esqueçam que o costa era o número dois desse governo…)
    Foram colocados nas escolas pequenos, mas monstruosos produtos da famigerada criatura, a que chama(ra)m diretor@s e a quem garantiram um aumento remuneratório de 100% e cargo vitalício (sem eleições!!!), para procederem ao controlo, manipulação e perseguição impune (àqueles que insistiam em manter a consciência crítica). Ofereceram-lhes, ainda, a inclusão dos suplementos remuneratórios no cálculo da aposentação, o que significa um incremento de centenas de euros!!!
    As narrativas que estes kapos têm desenvolvido, a soldo da tutela e para domesticar os professores, têm sido várias ao longo do tempo:
    – eles são “incansáveis e sacrificados trabalhadores” que servem os professores e nem gozam férias, tal o volume de trabalho, mas nem um se demitiu;
    – até há 2 ou três anos, os professores eram uns privilegiados, pois ainda tinham, emprego e salário. Para ano seguinte, previam sempre os “senhores” diretor@s, que, sem o seu colossal sacrifício, os professores ficariam TODOS desempregados(!!!). Como se existissem escolas sem professores (!!!);
    – a “sorte” dos professores terem emprego e consequentemente salário era o esforço del@s, diretor@s, que lhes “conseguiam” o horário nas escolas. Não por acaso era (ainda é!!!) sistematicamente indicado um conjunto elevado de professores para a mobilidade, que, el@s já sabiam, seriam posteriormente retirados…;
    – mais recentemente, el@s sacrificam-se tanto que até têm a progressão na carreira limitada por serem aquilo que não são obrigados a ser: diretor@s(!!!!);
    – os professores que não lhes “lambem as botas” são uns ingratos que não reconhecem os, inenarráveis, sacrifícios que @s diretor@s têm feito por eles.
    Tudo isto foi meticulosamente preparado e colocado no “terreno” ao longo da última década e meia. Pior, muito pior, os professores, pelo menos a maioria, “comprou” as narrativas! Agora temos um “coletivo” amorfo e (quase) totalmente domesticado. A degradação da classe é produto desta estratégia.
    Solução? Infelizmente, não vislumbro.

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