A Minha Sugestão Para Uma Rápida Substituição De Marta Temido

Depois da entrevista que ofereceu ao Expresso, ficámos a saber que:

Tem forte apetência por funções executivas.

Afirmou-se uma convicta mulher de Esquerda.

Defendeu a valorização das carreiras da Administração Pública.

O que já sabíamos?

Que o Super-Mário acha que ela é muito boa à mesa (das negociações).

Entrámos Em Modo De Segundo Mandato?

O que tem o PR a ver com opções executivas na Saúde, gostemos delas ou não? Já se percebeu pelas reacções do PSD e outras “direitas” que querem alguém que faça mais contratos com os privados… mas será que é esse o verdadeiro problema do SNS ou apenas uma eventual consequência do seu prolongado exsanguinamento?

Marcelo põe condições ao sucessor de Marta Temido: “Prefiro uma gestão do SNS mais autónoma e independente do Ministério da Saúde”

Coerências

Há quem demonize os rankings nacionais por colocarem em confronto realidades muito desiguais, mas depois exalte os resultados em rankings internacionais (como os do PISA, que produzem tabelas e tabelas que seriam, hierarquizando, o desempenho dos alunos por país), no qual participam amostras de alunos de países com realidades profundamente desiguais. Eu até concordo com boa parte do artigo, mas tropeço sempre nesta forma esquisita de considerar bom ou mau algo conforme as conveniências. Já agora, o que é um mestre em Educação Especial Inclusiva? Há quantos tipos de Educação Especial? E de mestrados? Há algum em EEE – Educação Especial Exclusiva?

Já agora… antigamente havia os que iam à escola e podiam seguir estudos e os que não iam ou ficavam pela primária. Por cá, estamos no caminho para ficarmos com os que se ficam pela “escola mínima” do sucesso estatístico e os que vão poder pagar mais do que isso. E o maior e triste problema é isso ser-nos servido por uma alegada “esquerda” e não falo apenas deste governo, mas de quem ajudou o PS desde 2015 a cosmetizar a Escola Pública com este tipo de peculiares silogismos.

Há Muitas Formas De Censura

Incluindo a que manipula a “Justiça”.

Garajau encerrou ao fim de sete anos de funcionamento, devido aos processos jurídicos que teve de enfrentar por parte do poder político e económico da Madeira. Há quem diga que foi uma estratégia de silenciamento.

A Ler

Pior do que a facção “beata” do PS na Educação é a d@s bloquinh@s pespinetas, que eu não tenho alguns pruridos que o Nabais achou por bem subscrever. Eu afirmo sem problemas que a ignorância académica vai a par da arrogância política, não tendo idade. Pena é que logo em tenra idade se afirmem tantas certezas que, para além de idiotas, carecem de suficiente fundamentação e contextualização. No limite, esta postura woke tuga levaria ao apagamento dos programas de imensa parte dos conteúdos -a começar pela Filosofia, mas estendendo-se mesmo às Ciências – porque há 2500 ou 1500 ou 500 anos o “politicamente correcto” era outro.

Nada contra a “liberdade de expressão” e de “opinião”, tudo contra a patacoada atamancada em cima de preconceitos que, lá por serem agora dominantes não deixam de o ser. Há 100 anos, por exemplo, defender a “ditadura” como regime mais eficaz do que a democracia estava bastante na moda, mas não era por isso que a estratégia de reescrever a História ou truncar os factos era válida.

No caso da História, aguardo a investida para apagar todos os conteúdos anteriores ao nascimento de Karl Marx e à depuração dos que aconteceram entre 5 de Maio de 1818 e 24 de Março de 1999.

Da literatura à politiquice

3ª Feira

A diferença é que na Saúde a acumulação de más decisões na gestão dos recursos humanos acaba por desembocar em mortes. Em outras áreas, a erosão tem efeitos menos dramáticos à primeira vista. e<, claro, há quem ainda bata com a porta, bem ou mal, enquanto os sonsos ficam, ficam, ficam… até ao esgotamento total… dos outros.