22 opiniões sobre “A Conversa De Hoje

  1. Estive a ouvir a Rádio Observador hoje de manhã. Deram 15 ao Costa II e passaram o tempo a falar em sindicatos.

    Deu-me vómitos a forma como (não) argumentam e como não percebem patavina de coisa nenhuma. Limitam-se a achismos.

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  2. Paulo, fica provado que consegues pôr qualquer representante do ME com uma crise de confiança. À reitora dá-lhe uma branca, a protegida do JC fica com a sensação que nem a Katar lhe ganha. Aposto que se enfrentasses o sonso ainda o apanhávamos a errar na sintaxe de algum adverbiozinho.

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  3. A professora Cohen fala no controlo do Conselho Geral 😄só quem não sabe como esse Conselho é constituído! Só compadrio. Quanto aos incentivos à docência, seria boa ideia ouvir os que estão no terreno, em vez de vomitar ideias muito pomposas, perfeitamente descoladas da realidade. Está tudo louco, os professores já estão tão sobrecarregados, ainda faltava seleccionar candidatos.

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  4. A senhora do “superior” também faz assim no seu estaminé. Seleciona o professor para a vaga tendo em conta a “forma como ensinou” nas escolas por onde passou. Sim, porque a componente pedagógica e didática é mesmo o que mais preocupa o professor do “superior”.

    Haja paciência. Por que razão dão tempo de antena a esta gente?

    A fundamentação da senhora do superior baseava-se no seu exemplo pessoal e da sua criancinha… Muito científico, decerto. A professora contratada era melhor do que a efetiva. Por que seria? Porque lhe fazia todas as vontades e dava as notinhas que as mãezinhas queriam? Porque estava dia e noite em stand by a responder-lhes a todos os emails e cedia-lhes o telefone particular?

    Vamos lá a saber por que razão a professora contratada era melhor do que a efetiva? Avaliação holística? Muito científico… Será colega da Peralta e afins, que também produz verborreia a partir dos seus rebentos?

    Haja paciência!

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  5. Ana Reis… que indigência de ideias. Leu umas coisas em “estrangeiro” e tem uma percepção sobre como funcionam as escolas, baseada no seu caso particular. Que pobreza intelectual. A Cohen é uma cacique do século XXI.
    Finalmente a jornalista mostrou ser uma avençada. Limitou-se a argumentar com a cartilha da SEDES. Sugeria-lhe que investigasse e falasse com as pessoas que estão no terreno e lhe podem dizer como realmente funcionam as contratações e nomeações nas escolas. Se com este sistema centralizador (que papão!!) há jogos de bastidores com horários que não são lançados, horários 0 criados artificialmente, técnicos especializados que são os amigos da amiga, então com a panaceia da autonomia aí é que era.
    Qualquer contratado com alguns anos lembra-se bem do que foi a BCE.
    Recordo-me de uma famosa escola na Amadora onde o diretor acabou por ser exonerado da função pública.
    Somos todos honestos e gente séria, o país é que é uma m*****
    Andamos aqui com floreados quando a questão passa por dar melhores condições para atrair e manter as pessoas que lá estão.
    Estamos sobretudo a falar de dinheiro, mas também de tempo, com redução da burocracia. Se os professores se sentirem recompensados financeiramente e respeitados, acredito que possam manter-se e retomar a profissão.

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  6. Que me desculpe a Cohen, mas tem mesmo os tiques todos do que eu mais detesto nos diretores! Nota-se nela aquela lambe-botismo execrável… Mas gostei muito de me aperceber que ela tem consciência de que os diretores são muito mal vistos pela generalidade dos professores (e deviam ser ainda mais!).

    Desde quando é que mudar o modelo de recrutamento vai fazer com que haja mais gente a querer ser professor? Não percebi…

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  7. E assim ficará tudo ainda pior. Quem quererá ir para um emprego mal pago, onde o vão apontar a dedo por ter entrado pela porta do cavalo, aturar miúdos e pais insurretos e um diretor cacique? E depois ter que estar sempre a aparecer nas fotos, nas festas de exibição das pavoas e pavões, nas tretas de formações…
    Se o próximo passo for dar a estes um estatuto remuneratório próprio de afilhados, aí sim, vão atropelar-se à porta do gabinete mais importante da unidade orgânica.

    Pobre país, sempre a descer até à cova.

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  8. Uma acabou de chegar do estrangeiro, vinda de um encontro Erasmus ou assim, relevante para a ADD dos seus correligionários, na verdade gostava de poder admitir professores, mas mais ainda demiti-los na hora. A outra achou a professora de matemática da filha fantástica porque fazia muitos gráficos e está apaixonada pelos seus estudos com conclusões preconcebidas. O outro está farta desta m#%@$ toda, mas continua a tentar fazer alguma coisa para que não desliguem a moribunda escola pública da máquina. Como é óbvio identifico-me com o terceiro!

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    1. Obrigado, mesmo se sinto que devia ter concentrado mais o discurso.
      E há momentos em que acho que já ando nisto há demasiado tempo e já estou quase como o Sporting… muitos anos até ganhar qualquer coisa… 😀

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  9. Faltam professores e discute-se o modelo de recrutamento…
    O paciente está doente e os médicos, em vez de lhe darem o remédio poem-se a discutir a posição em que deverá estar deitado.

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    1. Precisamente!
      Uma empresa abre vagas de emprego. Ninguém responde. Ninguém quer. Porque pagam mal, porque exploram sem compensação ou regalias, porque a empresa tem péssima reputação no mercado.

      A empresa? Continua a abrir as mesmas vagas, apenas muda de agência de recrutamento de recursos humanos… Portanto, faz orelhas moucas….

      Futuro da empresa? Está à vista. Falência.

      Ou desloca-se para o terceiro mundo… Vamos a caminho, a passos largos.

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  10. Acho sempre uma certa “graça” quando aqueles/as que são diretores/as há 20 ou mais anos dizem que são professores, logo afastados há décadas de uma sala de aula (espaço de exercício efetivo da profissão).
    Pelo menos poderiam ter um pouco de honestidade intelectual (e moral) e dizer que são professores de formação.
    Enfim, talvez sejam detalhes…

    Quanto ao Paulo, esteve muito bem.
    Realmente era difícil reduzir o seu discurso a um problema ou a uma só questão, até porque o que estava em causa se cruza com muitas outras coisas. Julgo que foi isso que pretendeu aclarar.
    Muito obrigada por tudo o que tem feito!

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