2ª Feira

No fim de semana tive a oportunidade de ter (mais) um relato off the record do que se passou na tal reunião entre o ME e os sindicatos sobre a contratação e vinculação de docentes pelas escolas. Como já tinha percebido, a encenação pública não corresponde, em vários casos, à postura “negocial”, em privado, muito “construtiva” e dialogante. Ao que parece, o ministro Costa exerce uma forte “sedução” sobre @s sindicalistas, incluindo alguns tidos por façanhudos. E, infelizmente, as declarações que fez no final da reunião correspondem provavelmente mais ao que se passou do que alguns comunicados oficiais.

11 opiniões sobre “2ª Feira

  1. Simplesmente … professor(a). Omissões

    – A Rosalina é professora primária – na cabeleireira diz-se professora (simplesmente)
    – A Isaura guarda 3nee – na esteticista declara-se professora (simplesmente)
    – A Berta “dá” religião, e também moral – no adro intitula-se professora (simplesmente)
    -A Gramesinda tece uns tapetes regionais – no café informa que é professora (simplesmente)
    – O Zé anima na escola corridas e jogos da bola- no bar do Sportengues de Traseiras afirma-se professor (simplesmente ) .
    O Nora interroga-se : “conheço esta malta desde criança na escola. Estudar táquéto. E agora são professores e nem dizem de que?!”. E conclui : ” … que raio de classe profissional é esta? Vale que está representada pelo sr. Nogueira… da mesma laia”.

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  2. É por isso também que não há cá mais greves nem passeatas nem coisa nenhuma.

    Esses indivíduos representam os seus interesses (não vender aulas é sempre aliciante) e os partidos que representam, com extrema esquerda comunista sempre à frente do pelotão.

    Nogueira, já agora, é asqueroso no que diz respeito ao sindicalismo.

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      1. Eu não disse que ele esteve lá. A minha questão com o Nogueira tem a ver com pizas podres. Ele plantou uma semente que deu frutos duradouros.

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  3. Por causa das ultrapassagens, há cerca de quatro anos os ilustres sindicalistas encontraram uma forma hábil de angariar um número considerável de associados. Com a “garantia” de se tratar de um causa com desfecho favorável, convenceram muitos docentes a entrarem com ações no tribunal administrativo, mas para tal seria necessário ter o cartão de sindicalista. Além das mensalidades, muitos professores também tiveram de suportar uma despesa extra na ordem dos 500 e tal euros, com o argumento de se tratar de ações individuais! No início do processo, ainda davam informações, mas rapidamente as notícias arrefeceram, ao ponto de passarem a ser ignoradas. Provavelmente, o ponto de situação irá surgir quando o pessoal já estiver na reforma…

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