A Triste Banalização

Entretanto, há quem ande muito mais preocupado com a “literacia financeira” como solução para uma sociedade mais inclusiva e menos desigual. Seria piada e não viesse do sobredotado Centeno de Harvard y Eurogrupo.

Encarregada de educação terá pedido para falar por causa de alguns cromos que tinham sido tirados ao menino.

“Eu quero ir embora”: novo caso de bullying, aluna agride colega em escola de Faro. Foi tudo filmado

Quem Diz Que A Vida Está Difícil?

Claro que tudo estará “legal”.

O secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Miguel Alves, em funções desde o mês passado, negociou e assinou em Outubro de 2020, enquanto presidente da Câmara de Caminha, um contrato-promessa de arrendamento que obrigou o município a pagar, sem quaisquer garantias específicas, um adiantamento de 300 mil euros ao futuro senhorio. O pagamento, feito em Março de 2021, corresponde à renda de que a autarquia será eventualmente devedora daqui a mais de 25 anos pelo futuro arrendamento de um pavilhão multiusos orçado em cerca de oito milhões de euros. Mas que ainda hoje não se sabe se, e onde, vai ser construído.

Já Se Viu Que Podem Existir Formas De “Agilizar” Contratações Em Família

Isto não era mais do que previsível? Não foram em devido tempo avisados das consequências das diferentes versões do “mais com menos”.

A realidade é “desafiante”? A sério? Que treta de conversa sonsa. Mas desde quando, sem ser em momentos altos do nacional-cançonetismo, o tempo volta para trás? Tomara eu.

E que tal assumirem a responsabilidade pelo descalabro em aceleração? Porque há quem esteja, a olhar para as folhas do calendário como o gato Silvestre para o Tuíte original.

DN, 26 de Outubro de 2022

E Mandou O Secretário Assinar A Port(c)aria??

Mas a “causa” não é dele?

Em 2022 vão fazer quantas juntas médicas?

Portaria n.º 723/2022

(…)

Manda o Governo, pela Secretária de Estado do Orçamento e pelo Secretário de Estado da Educação, ao abrigo das competências delegadas pelo Ministro das Finanças e pelo Ministro da Educação, o seguinte:

1 – Fica a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares autorizada a proceder à repartição plurianual dos encargos orçamentais decorrentes do contrato a celebrar para efeitos de realização de juntas médicas, até ao montante máximo de 408 906,80 EUR, repartido pelos anos:

a) Ano de 2022: 128 301,60 EUR;

b) Ano de 2023: 280 605,20 EUR.

2 – A importância fixada para o ano de 2023 pode ser acrescida do saldo que se apurar no ano anterior.

3 – Os encargos decorrentes da execução da presente portaria serão suportados por verbas adequadas inscritas ou a inscrever no orçamento de funcionamento da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

4 – A presente portaria produz efeitos desde a data da sua assinatura.

12 de outubro de 2022. – A Secretária de Estado do Orçamento, Sofia Alves de Aguiar Batalha. – 13 de outubro de 2022. – O Secretário de Estado da Educação, António de Oliveira Leite.

4ª Feira

Há quem ache que – e talvez bem – que não devemos tomar um mau exemplo pelo todo. Mas o problema é que há mais maus exemplos. Na mesma zona geográfica, curiosamente também em teip. Nem tanto com contratações, mas com formas peculiares de encarar a data em que @s colegas completam os requisitos necessários para transitarem de escalão. Por aquelas bandas, acham que é na data da reunião da sadd que os ditos requisitos se reúnem e não quando completam o módulo de tempo de serviço, com a formação feita, etc, etc. Ou seja, há quem transite em Janeiro ou Fevereiro, mas se a sadd apenas se reunir em Junho ou Julho é essa a data que mandam considerar, inclusivamente para efeitos salariais, sem direito a retroactivos à data certa, como está na legislação. Mas é um exemplo de líder inclusivo e muito autónomo. O mais triste é que toda a gente se cala ou porque receia não ter horário no ano seguinte – ou tê-lo todo esburacado – ou porque ainda tem um escalão com quotas para ultrapassar.